Nossas redes:

Passo a Passo Completo para Auxílio-Acidente

Diferenças entre aposentadoria híbrida e outros tipos

Você sabia que é possível receber um benefício indenizatório sem abrir mão do trabalho? Essa pergunta nos leva direto ao ponto: muitos confundem auxílio por sequela com afastamento total, e isso complica decisões sobre direitos e renda.

Neste guia, apresentamos de forma clara como solicitar auxílio-acidente e quais documentos fazem diferença. Vamos explicar o processo, como acompanhar pelo site ou aplicativo do Meu INSS e qual é o cálculo do valor esperado.

Na Thays Caruano Advocacia, orientamos desde a análise inicial até a solução do caso, com foco na segurança do cliente. Se precisar de ajuda para organizar laudos, extrair provas ou recorrer de uma negativa, conte com nosso suporte presencial ou online. Para detalhes sobre documentação e cálculo, saiba mais aqui.

O que é o auxílio-acidente e por que ele é diferente de outros benefícios

Quando uma lesão consolida, pode surgir direito a uma compensação sem perder o emprego. Por lei (art. 86 da Lei 8.213/91), esse benefício tem caráter indenizatório e visa reparar a redução permanente da capacidade para a atividade habitual.

Natureza indenizatória: pode trabalhar e receber o benefício

Esse pagamento não substitui o salário. É possível manter o vínculo de trabalho e receber o valor cumulativamente. A ideia é compensar a limitação funcional, mesmo que pequena.

Diferenças para auxílio-doença e aposentadoria por invalidez

O auxílio-doença cobre incapacidade temporária e substitui a renda durante o afastamento. Já a aposentadoria por invalidez exige incapacidade total e permanente.

Ao contrário desses regimes, o auxílio-acidente requer apenas redução permanente da capacidade, sem percentual mínimo previsto. As sequelas devem estar consolidadas para que se comprove o direito.

Para entender melhor seus direitos e como reunir provas médicas, visite conhecer seus direitos previdenciários. Nós explicamos cada passo com linguagem clara, facilitando a estratégia na perícia.

Quem tem direito ao auxílio-acidente hoje no Brasil

Hoje, a lei reconhece grupos específicos de segurados que podem requerer o benefício indenizatório. Entre os que têm direito estão o empregado urbano, o rural, o doméstico, o trabalhador avulso e o segurado especial.

Não têm direito, segundo entendimento consolidado (CJF Tema 206), o contribuinte individual — inclusive MEI — e o segurado facultativo. Clarificamos isso para evitar expectativas incorretas.

O benefício é garantido pela Previdência Social aos segurados que sofreram acidente de qualquer natureza e ficaram com redução permanente da capacidade para a atividade habitual.

Nós avaliamos a qualidade de segurado, verificamos o período de graça e usamos CTPS, documentos rurais e comprovantes de vínculo para demonstrar enquadramento. Também explicamos quando o segurado especial pode ter cálculo diferenciado ou receber por salário mínimo.

Se houver dúvida sobre elegibilidade, analisamos seu histórico contributivo e orientamos a melhor estratégia probatória para evitar indeferimentos do INSS.

Requisitos essenciais: acidente, sequelas e redução da capacidade de trabalho

Os requisitos centrais exigem prova objetiva. Listamos quatro pontos: ser segurado, ter sofrido acidente, apresentar redução permanente da capacidade de trabalho e demonstrar nexo causal.

Qualidade de segurado e nexo causal

Manter a condição de segurado é essencial para o pedido. Para estabelecer o nexo, usamos histórico do evento, prontuários e relatórios ocupacionais.

Em acidentes de trabalho, a Comunicação de Acidente (CAT) fortalece a prova. Em doenças equiparadas, relatórios que vinculem a atividade ao problema ajudam a demonstrar relação clínica.

Carência: quando não é exigida

Segundo a lei, não há carência para concessão (art. 26, I, Lei 8.213/91). Não existe percentual mínimo de incapacidade: qualquer limitação permanente pode fundamentar o direito.

Organizamos laudos, exames comparativos e descrição de atividades habituais para tornar o pedido objetivo e resistente a indeferimentos. Nós orientamos a montagem do dossiê e a apresentação coerente das provas.

Documentos necessários para solicitar o auxílio-acidente

Documentos claros e legíveis fazem diferença no momento da perícia. Reunimos os itens essenciais para montar um dossiê simples e completo, que agiliza a análise e reduz exigências posteriores.

Laudos, exames e prontuários que comprovam a sequela

Documentos pessoais: RG ou CNH, CPF e comprovante de residência. Junte carteira de trabalho, contracheques ou outros comprovantes de vínculo para evidenciar o histórico laboral.

Provas médicas: laudos detalhados, exames de imagem (radiografia, tomografia, ressonância), receitas e atestados. Prontuários e evolução clínica demonstram que a lesão se consolidou e virou sequela.

Em caso de acidente trabalho, anexe a CAT para reforçar o nexo ocupacional. Digitalize tudo com boa legibilidade e salve em ordem cronológica.

Acompanhe o pedido pelo site aplicativo Meu INSS em “Consultar Pedidos” e responda rápido às exigências. Documentos bem organizados aumentam a chance de sucesso no seu caso e fortalecem o convencimento do perito e do servidor responsável pelo benefício.

Passo a passo auxílio-acidente

Um protocolo bem registrado é o primeiro aliado do segurado. Ao ligar 135 informe CPF e peça a abertura do pedido. Anote o número do protocolo e a data de entrada. Com isso o INSS agenda a perícia médica.

Como abrir o pedido pelo 135 e acompanhar no Meu INSS

Ligue para 135 e confirme todos os dados pessoais. Solicitar auxílio-acidente pelo atendimento telefônico garante o registro oficial.

Depois, acompanhe o status pelo site aplicativo Meu INSS em “Consultar Pedidos”. Lá você vê exigências, resultado e a data da perícia.

Quando agendar perícia e como preparar seu dossiê médico

Agende a perícia quando o quadro estiver consolidado. Leve laudos, exames e relatórios que mostrem redução permanente da capacidade.

Organize o dossiê em ordem cronológica e destaque documentos que demonstrem nexo com o trabalho. Nós orientamos via WhatsApp para preparar tudo de forma objetiva.

O que fazer se o pedido for negado: recurso e via judicial

Se houver indeferimento, cabe recurso administrativo e, se necessário, ação judicial. Avaliamos o processo, atualizamos provas e pedimos nova perícia.

Oferecemos suporte presencial e remoto para estruturar a estratégia probatória e acompanhar cada etapa até a decisão final.

Perícia médica do INSS: como funciona e como se preparar

Na perícia médica, o que importa é como suas limitações afetam o trabalho diário. O perito verifica se há redução parcial e definitiva da capacidade para a atividade habitual e se existe nexo com o acidente ou doença.

O que o perito avalia

O perito compara as exigências do cargo com os laudos e exames. Ele busca coerência entre relato, prontuário e funções descritas.

Descreva com objetividade tarefas rotineiras e onde a limitação se manifesta. Leve relatórios de evolução e comparativos que comprovem as sequelas.

Reavaliação e novas provas

Se o pedido for indeferido, podemos pedir reavaliação com documentação atualizada. Novos exames e relatórios mais detalhados fortalecem o nexo causal.

A lei não exige percentual mínimo de redução; o foco é a permanência e a relação com a função. Consulte nossos materiais e saiba como preparar seu caso em detalhe em pedido de revisão do benefício.

Valor do benefício: cálculo atualizado e particularidades

Calcular quanto você pode receber exige atenção à data do acidente e ao histórico de contribuições. Explicamos de forma didática para que você estime o valor e decida com segurança.

Média de contribuições desde 07/1994

Após a EC 103/2019, o salário de benefício considera a média de todas as contribuições desde julho de 1994. Isso significa que não há descarte automático das menores contribuições.

Verifique o CNIS e corrija inconsistências antes do cálculo para que o valor reflita sua realidade.

Regra geral: 50% do salário de benefício e segurado especial

Na regra atual, o benefício corresponde a 50% do salário de benefício. Para acidentes ocorridos após 19/04/2020, essa é a base aplicada.

O segurado especial, em regra, recebe 50% do salário mínimo, salvo se houver contribuições como facultativo — então usamos a média contributiva.

Observação sobre períodos variados: entre 12/11/2019 e 19/04/2020 houve regra da MP 905, menos vantajosa para muitos. A data do evento pode mudar a forma de cálculo.

Se quiser, nós simulamos cenários e checamos seu histórico. Veja também este conteúdo para entender outras formas de aposentadoria: ainda existe aposentadoria por tempo de.

Quando começa a pagar: data de início e fluxo de pagamento

Saber quando começa o pagamento ajuda você a planejar despesas e reduzir incertezas financeiras. A regra é clara: quando houver benefício anterior por incapacidade, o novo pagamento tem início no dia seguinte à cessação do auxílio-doença.

Se não houve benefício prévio, o ponto de referência é a data de entrada do requerimento (DER). Essa definição impacta diretamente o cálculo dos valores retroativos e o planejamento do seu orçamento.

Após cessação do auxílio-doença ou na data do requerimento

Na prática, o INSS nem sempre implanta automaticamente o pagamento após a cessação. Por isso, é importante formalizar o pedido e acompanhar o processo pelo Meu INSS.

Verifique se as datas e o tipo de benefício estão cadastrados corretamente. Guarde decisões e comprovantes de pagamento do auxílio-doença para fundamentar a Data de Início do Benefício (DIB).

O período entre a cessação e a decisão pode gerar valores a receber. Nós analisamos esses marcos temporais e, quando necessário, indicamos recurso ou ação judicial para garantir seu direito.

Por fim, acompanhe o extrato de benefício e responda às exigências em tempo hábil para não atrasar o fluxo de pagamento.

Acumulação com salário e outros benefícios da Previdência Social

Saber quando um benefício pode conviver com seu salário evita surpresas financeiras. Nós explicamos, de forma prática, o que é permitido e o que a lei veda.

O que pode acumular

É possível receber junto com o salário alguns outros benefícios. Entre eles estão pensão por morte, salário-maternidade e auxílio-reclusão.

Em certas situações, também há compatibilidade com auxílio-doença, desde que a causa seja distinta da sequela indenizada. Isso influencia diretamente no valor mensal recebido.

O que é vedado

Não se pode acumular com qualquer aposentadoria. Também é proibido receber dois benefícios do mesmo tipo simultaneamente, como dois auxílio-acidente.

O acúmulo com auxílio-doença é vedado quando a origem for a mesma do problema indenizado. Em caso de acidente trabalho, atenção especial às regras e à estabilidade.

Orientações práticas

Verifique periodicamente o extrato para evitar pagamentos indevidos e cobranças futuras. Nós oferecemos análise individualizada para planejar a melhor combinação de rendas.

Em dúvidas sobre direito e interpretação da lei, procure orientação. Assim protegemos seu planejamento financeiro sem comprometer uma futura aposentadoria.

Pente-fino, revisão e hipóteses de cessação do benefício

Revisões periódicas podem alterar o pagamento e exigem atenção do segurado.

O INSS pode revisar o benefício conforme autorização legal, incluindo a Lei 14.441/2022. Mantemos organização contínua para que você não perca convocações.

Isenção: quem recebe por mais de dez anos fica, em geral, protegido do pente-fino. Verifique sua situação pelo Meu INSS e pela data de concessão do benefício.

As hipóteses de cessação incluem concessão de qualquer aposentadoria, óbito e emissão de CTC para RPPS. Em casos específicos relacionados à MP 905/19, a recuperação da incapacidade comprovada em perícia também pode encerrar o pagamento.

Nós orientamos como responder a convocações, reforçar o dossiê com relatórios médicos atualizados e comparecer em perícia com documentação coerente. Guardar contatos e datas evita suspensão por ausência.

Se o benefício for cessado injustamente, indicamos recurso administrativo e, se necessário, medida judicial. Acompanhamos o protocolo no Meu INSS e ajudamos a organizar o dossiê para resposta rápida às exigências.

Como nós ajudamos: orientação clara, online ou presencial, com foco em segurança

Nossa equipe acompanha cada etapa do requerimento para reduzir incertezas e riscos. Oferecemos orientação prática, com linguagem simples e transparência documental.

Atuação em Direito Previdenciário e cível

Somos advogados especializados em direito previdenciário: revisões, benefícios por incapacidade, pensão por morte, tempo especial e rural. Também atuamos em direito cível nas áreas de família, consumo e contratos.

Atendimento simples pelo WhatsApp e acompanhamento constante

Atendemos online e presencialmente. Mantemos contato pelo WhatsApp para agilidade e atualizações do processo.

Como trabalhamos:

– Avaliamos seu caso e reunimos documentos essenciais para fortalecer o pedido.

– Organizamos o dossiê médico e ocupacional conforme o que o perito do INSS avalia.

– Abrimos e acompanhamos o pedido, informando cada passo do processo.

– Em indeferimento, preparamos recurso técnico e, se preciso, atuamos judicialmente.

Para consultas e informações oficiais, acesse informações do INSS.

Conclusão

Encerramos reforçando que o direito ao auxílio-acidente depende de comprovar o acidente, a sequela e a redução permanente da capacidade para o trabalho. Documentos necessários bem organizados — laudos, exames e relatos das tarefas habituais — ampliam as chances no pedido.

Lembramos que o benefício tem natureza indenizatória e pode conviver com o salário, e que o cálculo costuma considerar 50% do salário de benefício. A perícia é determinante: preparar o dossiê e descrever limitações melhora o resultado.

Nós, da Thays Caruano Advocacia, oferecemos orientação clara e acompanhamento prático, online ou presencial. Conte com nossa equipe para estruturar seu processo com transparência e eficiência. Fale conosco pelo WhatsApp.

FAQ

O que é o auxílio-acidente e em que ele difere de outros benefícios?

O auxílio-acidente é um benefício de natureza indenizatória pago ao segurado que sofreu acidente e ficou com sequelas que reduziram, de forma permanente, sua capacidade para o trabalho habitual. Diferente do auxílio-doença, ele não exige incapacidade total temporária, e, ao contrário da aposentadoria por invalidez, permite que o segurado continue trabalhando e receba o benefício simultaneamente, quando permitido pela legislação.

Quem tem direito ao auxílio por redução da capacidade de trabalho?

Têm direito os segurados do INSS que sofreram acidente — de trabalho ou comum — e apresentam sequela definitiva que reduza a capacidade para as atividades habituais. É preciso comprovar qualidade de segurado, nexo causal entre o acidente e a sequela e passar pela perícia médica que confirme a redução funcional.

Quais são os requisitos essenciais para solicitar o benefício?

Os requisitos são: ser segurado do RGPS no momento do acidente ou ter mantido qualidade de segurado; ter ocorrido acidente com nexo causal; apresentar sequela permanente que reduza a capacidade para o trabalho habitual; e comprovar tudo por laudos, exames e prontuários médicos. Não há carência específica para benefícios decorrentes de acidente.

Que documentos precisamos reunir para abrir o pedido?

Devemos apresentar documentos pessoais (CPF, RG), carteira de trabalho, comprovante de contribuição, Boletim de Ocorrência ou Comunicação de Acidente de Trabalho (quando houver), relatórios médicos, laudos, exames de imagem e prontuários que demonstrem a sequela e a relação com o acidente.

Como abrir o pedido pelo Meu INSS ou pelo telefone 135?

Abrimos o requerimento pelo Meu INSS (site ou app) ou solicitamos o agendamento pelo 135. No sistema, cadastramos documentos digitalizados e pedimos perícia, quando exigida. Acompanhamos o andamento pelo portal e recebemos notificações sobre datas e exigências.

Quando devo agendar a perícia e como preparar o dossiê médico?

Agendamos a perícia assim que o pedido estiver instruído com os documentos básicos. Para preparar o dossiê, organizamos laudos, exames cronologicamente, relatórios de tratamentos e declarações de empregador sobre a atividade habitual. Quanto mais claros e completos os documentos, maior a chance de comprovar a sequela.

O que fazer se o pedido for negado pelo INSS?

Se houver indeferimento, apresentamos recurso administrativo dentro do prazo no Meu INSS e juntamos novas provas médicas. Caso o recurso não seja provido, podemos propor ação judicial para revisão do ato, contando com perícias técnicas e relatórios especializados.

Como funciona a perícia médica do INSS e o que o perito avalia?

O perito avalia a presença de sequela, sua permanência, o grau de redução da capacidade para as atividades habituais e o nexo causal com o acidente. Ele analisa exames, laudos e o exame clínico. A decisão é técnica e fundamentada na documentação e no quadro clínico apresentado.

É possível pedir reavaliação ou apresentar novas provas após indeferimento?

Sim. Podemos solicitar reavaliação administrativa, juntar novas provas e pedir nova perícia quando houver fatos novos ou documentos que não foram considerados. Também há a via judicial para produzir prova pericial complementar.

Como é feito o cálculo do valor do benefício atualmente?

O valor baseia-se na média das contribuições usadas para calcular o salário de benefício, conforme regras vigentes após a Emenda Constitucional 103/2019. Em regra, o auxílio corresponde a 50% do salário de benefício, com regras específicas para segurado especial e situações acumuláveis.

Quando o pagamento do benefício começa a ser devido?

O início do pagamento ocorre a partir da data do requerimento quando o direito estiver configurado, ou após a cessação do auxílio-doença, se houver continuidade. A data exata consta na decisão administrativa do INSS.

Podemos acumular o benefício com salário ou outros benefícios?

Em geral, é permitido o recebimento concomitante do auxílio com trabalho remunerado. A acumulação com outros benefícios da Previdência Social depende da natureza de cada benefício: algumas acumulações são vedadas, outras permitidas. Avaliamos caso a caso para orientar corretamente.

Quais são as hipóteses de cessação, revisão e convocação em pente-fino?

O benefício pode ser revisto por recuperação da capacidade, por prazo determinado em convocação do INSS ou por procedimentos de revisão como o pente-fino. Após dez anos sem convocação, há hipótese de isenção em determinados casos, mas cada situação exige análise detalhada.

Como nós ajudamos na orientação e no acompanhamento do processo?

Oferecemos atendimento online e presencial, orientamos sobre documentos, preparamos o dossiê, acompanhamos perícias, protocolamos recursos administrativos e, se necessário, atuamos judicialmente. Mantemos contato contínuo pelo WhatsApp e garantimos transparência em cada etapa.

Que outros benefícios relacionados podemos revisar ou solicitar?

Atuamos também em pedidos e revisões de auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, aposentadoria por tempo de contribuição ou idade, pensão por morte e outros temas de Direito Previdenciário, sempre buscando a melhor solução para o segurado.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *