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Aposentadoria Por Tempo De Contribuição, regras após a reforma

Você Conhece Todos Os Seus Direitos Previdenciários

Você sabia que as regras vigentes em 2025 podem mudar totalmente a data e o valor do seu benefício?

Nós vamos explicar como funciona aposentadoria após reforma e quais alternativas cabem ao seu caso. Em linguagem clara, mostramos as regras de transição (pontos, idade progressiva e pedágios) e a regra definitiva para quem começou a contribuir depois de 13/11/2019.

Abordamos também direito adquirido, o impacto da reforma previdência no cálculo e como o tempo contribuição conta hoje. Detalharemos a média de 100% das contribuições desde julho de 1994 e o coeficiente inicial de 60% com acréscimos por ano.

Na Thays Caruano Advocacia, orientamos de forma direta desde a análise até a solução, com atendimento online e presencial e acompanhamento via WhatsApp. Continue lendo para entender regras de 2025 e identificar a opção mais vantajosa para você.

Aposentadoria Por Tempo De Contribuição: o que é e como funciona no presente

Mostramos, de forma direta, as regras vigentes em 2025 e quem pode se enquadrar em cada alternativa. Em vez da antiga exigência apenas por tempo, hoje o benefício combina critérios: pontos, idade progressiva ou pedágio, além da regra definitiva para quem iniciou a contribuição depois de 13/11/2019.

Diferenças entre regra antiga, transição e regra definitiva

Regra antiga só existirá para quem já tinha direito adquirido; não há novas concessões nesse modelo. As regras transição permitem combinações entre tempo e idade, pontos ou pedágio.

Em 2025, a pontuação está em 92/102 e a idade progressiva varia 59/64. Existem dois pedágios principais: 50% (com fator) e 100% (com média integral).

Quem se enquadra hoje: visão geral para 2025

Segurados com contribuição antes de 13/11/2019 podem optar por transição se não tinham cumprido requisitos na data da reforma. Quem começou a contribuir após a reforma acessa apenas a regra programada.

Para saber se você tem direito, nós fazemos a simulação. Identificamos direito adquirido, qual regra transição se aplica e o momento ideal para requerer, evitando armadilhas de enquadramento.

Quem tem direito e quem não tem: requisitos essenciais e exceções

Vamos listar, passo a passo, os requisitos essenciais para ter direito e os casos que exigem complementação.

Tempo mínimo, carência e contribuições válidas

, Para requerer o benefício é necessário cumprir o tempo mínimo (30 anos para mulheres e 35 para homens) e a carência de 180 meses. O INSS verifica ambos separadamente.

Contam como período válido vínculos na CTPS, recolhimentos via GPS (autônomo), facultativo e alguns benefícios legais. Contribuições após 13/11/2019 são computadas por mês fechado e validadas sobre ao menos um salário-mínimo.

Alíquotas reduzidas e necessidade de complementação

Quem recolhe com alíquotas reduzidas (MEI 5%, plano simplificado 11%, baixa renda 5%) não tem acesso ao modelo por tempo sem complementar para 20%. É preciso ajustar o valor e regularizar lacunas para que o período conte.

Exceções ocorrem para períodos especiais, rurais e militares; nesses casos o cálculo de tempo serviço e carência pode variar. Recomendamos checar o CNIS e retificar dados antes do pedido.

Se precisar, nós ajudamos a organizar comprovantes, calcular quanto complementar e demonstrar o tempo válido ao INSS. Para mais detalhes técnicos, entenda a regra.

Direito adquirido antes de 13/11/2019: quando ainda é possível aposentar pelas regras antigas

Aqui mostramos quando o direito adquirido garante acesso às regras antigas e como isso afeta seu pedido. Quem tinha 30/35 anos completos até 12/11/2019 pode manter o marco temporal. Isso vale para quem possui documentação que comprove o ponto de corte.

Pontos 86/96 e aposentadoria sem idade mínima

Até 2019 houve a modalidade por pontos 86/96, sem exigência de idade mínima e sem aplicação do fator previdenciário. Se você alcançou essa pontuação antes da data-limite, mantém o direito e o pedido segue por esse critério.

Completo 30/35 anos até 12/11/2019 e aplicação do fator

Quem já tinha 30/35 anos de serviço até a data, mas não atingiu os pontos, pode requerer pelo modelo com fator previdenciário. É essencial revisar anos contribuição e anos tempo no CNIS para confirmar elegibilidade.

Proporcional pré-EC 20/1998: quando faz sentido

A regra proporcional exige idade mínima 48/53, carência de 180 meses e pedágio de 40% sobre o tempo faltante em 16/12/1998. Em alguns casos essa opção reduz o tempo até o benefício, mas pode diminuir o valor.

Comparando cálculos pré-reforma, a média considerada era de 80% maiores recolhimentos desde julho 1994. Recomendamos simulação para avaliar cálculo aposentadoria e estimar valor aposentadoria. Nós conferimos documentos, checamos contribuição antes do marco e orientamos sobre o melhor timing para pedir.

Regras de transição após a reforma da previdência: panorama atualizado

Apresentamos um panorama prático das transições e como escolher a melhor via para seu caso. As quatro opções valem para quem já contribuía até 13/11/2019 e não havia cumprido requisitos na data da reforma.

Para quem se aplicam e como optar

Quatro regras vigentes: pontuação (92/102 em 2025), idade mínima progressiva (59/64), pedágio 50% (com fator) e pedágio 100% (benefício sobre 100% da média).

Cada regra favorece perfis distintos. Pontos costuma ser mais rápido para quem tem muitos anos contribuição e idade elevada. Idade progressiva atende quem preferir prazo fixo. O pedágio 50% pode reduzir espera, mas aplica fator no cálculo. O pedágio 100% exige dobrar o tempo faltante e normalmente garante maior valor.

Nossa orientação: reúna idade, meses válidos, salários de referência e períodos especiais. Simulamos cenários e comparamos prazo, custo de complementação e impacto no valor. Assim, escolhemos a regra que equilibra tempo de espera e renda mensal final.

Regra por pontos em 2025: 92/102 pontos e cálculo do valor

Nesta regra, a pontuação resulta da soma entre idade e tempo de serviço. Em 2025 exigem-se 92 pontos para mulheres e 102 pontos para homens, respeitando 30 e 35 anos de contribuição, respectivamente.

Como somar idade e tempo

Some a sua idade com os anos de atividade. Períodos especiais podem ser convertidos e aumentar a pontuação. Assim, quem teve trabalho insalubre ou rural pode subir posições na contagem.

Fórmula de cálculo e projeção do valor

O cálculo usa a média de todas as contribuições desde julho 1994 e aplica coeficiente inicial de 60%. Depois, soma-se 2% por ano que exceder 15 anos (mulher) ou 20 anos (homem).

Mais anos acima do piso elevam o coeficiente e o valor final. Recomendamos simulações comparativas entre regra por pontos, idade progressiva e pedágios. Nós validamos extratos e projetamos o melhor momento para pedir, garantindo decisão informada.

Idade mínima progressiva em 2025: requisitos e linha do tempo

Organizamos a linha do tempo da idade mínima progressiva para você entender quando será possível requerer o benefício.

Idades exigidas por ano até atingir 62/65

Em 2025 a idade mínima é de 59 anos para mulheres e 64 anos para homens. A exigência sobe 6 meses a cada ano.

Isso leva ao limite final de 62 anos para mulheres em 2031 e 65 anos para homens em 2027. Além da idade, é preciso cumprir 30/35 anos de contribuição e 180 meses de carência.

Quando a progressiva supera outras opções

Essa via costuma ser vantajosa quando a pessoa já tem quase todo o tempo necessário e prefere não esperar pontos. O cálculo usa a média de 100% das contribuições, com coeficiente inicial de 60% e acréscimos de 2% por ano que exceder 15/20 anos.

Quem começou a contribuir cedo pode antecipar o pedido com menos impacto no valor, enquanto quem começou tarde pode compensar com mais anos de contribuição.

Períodos especiais ou rurais podem reduzir o tempo necessário. Recomendamos simulações e organização dos documentos para comprovar períodos e evitar atraso no deferimento.

Regra do pedágio de 50%: elegibilidade, fator previdenciário e cenários práticos

Explicamos de forma direta quem podia optar pelo pedágio de 50% na transição e como calcular o impacto no benefício.

Quem estava a menos de dois anos e como calcular o pedágio

Podiam usar essa opção os segurados que, em 13/11/2019, tinham menos de dois anos para completar o requisito (28 anos e 1 dia para mulheres; 33 anos e 1 dia para homens). É preciso comprovar o período com CNIS e registros.

O passo a passo: apure quanto tempo faltava completar naquela data; multiplique por 50% e some ao período que restava. Depois, confirme que alcança 30/35 anos e a carência exigida.

Impacto do fator previdenciário no valor final

Essa é a única transição que mantém o fator previdenciário. O cálculo usa a média de contribuições desde julho de 1994 e aplica o fator, que reduz o benefício conforme idade e anos contribuição.

Por isso, em alguns cenários o pedágio de 50% gera menor valor do que outras opções, como o pedágio 100% ou a regra por pontos.

Antes de decidir, simulamos o tempo faltava, o tempo faltava completar e projetamos o valor aposentadoria. Para análise detalhada e orientação, consulte nossa página sobre direito proporcional veja aqui.

Regra do pedágio de 100%: benefício integral sobre a média e requisitos

, Aqui detalhamos a regra do pedágio 100% e quando ela compensa na prática.

Idade mínima, tempo e dobra do período que faltava

Podem optar quem alcança 57 anos (mulher) ou 60 anos (homem) e já tem 30/35 anos de contribuição. É preciso pagar o dobro do período que faltava completar em 13/11/2019.

Para calcular: apure quanto tempo faltava naquela data e some 100% desse intervalo ao calendário. O resultado define a data em que o benefício pode ser requerido.

Quando o pedágio 100% entrega o melhor valor

O atrativo é claro: o benefício sai com 100% da média de todas contribuições desde julho 1994, sem aplicação do fator previdenciário. Isso costuma gerar maior valor mensal que o pedágio de 50%.

Comparando prazos, o pedágio 100% exige mais tempo, mas compensa para quem busca maximizar o valor. Nós revisamos o CNIS, corrigimos vínculos e simulamos cenários para decidir entre regra pedágio 100 e outras opções.

Se precisar, oferecemos simulações que mostram quando esperar mais resulta em ganho real no valor aposentadoria e como provar o tempo faltante com documentos.

Como calcular o tempo de contribuição e a carência

Apresentamos um guia prático para apurar seu período e comprovar a carência com segurança. strong, Usamos exemplos claros para evitar dúvidas na hora do pedido.

Contagem até 12/11/2019 x a partir de 13/11/2019

Antes de 13/11/2019 a contagem é dia a dia: anos, meses e dias são computados. Isso permite somar períodos parciais com precisão.

Após a reforma a contagem é mês a mês. Dias são ignorados e só conta mês fechado com contribuição sobre ao menos um salário-mínimo.

Carência de 180 meses e contribuições abaixo do mínimo

É exigida carência de 180 meses. Verifique o extrato CNIS mês a mês para conferir se o total foi alcançado.

Contribuições inferiores ao mínimo não contam sem complementação. Orientamos os passos para regularizar valores e somar anos tempo.

Cuidados práticos e documentação

Consolide vínculos, benefícios e recolhimentos no CNIS. Trate períodos concomitantes, averbações e compensação entre regimes (INSS e RPPS).

Inclua intervalos de incapacidade e salário-maternidade conforme registros. Guarde comprovantes para períodos sem anotações automáticas.

Se preferir, usamos planilhas e oferecemos conferência completa e saneamento de inconsistências antes do pedido. Para dúvidas sobre idade mínima, consulte nossa página.

O que conta como tempo de serviço: especial, rural e outras hipóteses

Listamos as hipóteses que podem integrar seu histórico e como provar cada uma. Entender o que soma ao período ajuda a planejar o pedido e evitar perda de meses válidos.

Vínculos e categorias

Trabalho registrado em CTPS, serviço autônomo, MEI e contribuição facultativa geralmente contam. Para MEI e autônomo, verifique se as alíquotas foram corretas; valores baixos podem exigir complementação.

Períodos especiais e rurais

Atividade especial exige PPP ou LTCAT para conversão; quando comprovada, aumenta o tempo útil. Trabalho rural pede prova material e testemunhas para início de prova.

Militar, RPPS e serviço no exterior

Serviço militar é contado; períodos em RPPS podem ser compensados com INSS mediante certidões. Trabalho fora do país entra via acordos internacionais e certidões consulares.

Benefícios e ausências

Auxílio-doença e salário-maternidade são reconhecidos como tempo de serviço. Aviso prévio, licença remunerada e contrato de aprendizagem também somam.

Documentos essenciais e suporte

Guarde PPP, LTCAT, contratos, carnês, certidões e registros militares. Podemos ajudar a montar o dossiê, checar CNIS e calcule quanto falta para seu pedido.

Cálculo do valor da aposentadoria por tempo de contribuição

Entregamos um passo a passo claro para transformar seu histórico em uma projeção do valor. Primeiro, reunimos o extrato com todas contribuições desde julho 1994 e verificamos lacunas ou recolhimentos abaixo do mínimo.

Média de todas as contribuições desde julho de 1994

Somamos os salários-de-contribuição e dividimos pelo número de meses válidos desde julho 1994. Esse resultado é a base do cálculo.

Em seguida aplicamos o coeficiente: 60% da média, acrescido de 2% por ano que exceder 15 anos (mulher) ou 20 anos (homem).

Aplicações específicas: fator no pedágio 50%, integral no pedágio 100%

No pedágio 50% o cálculo usa o fator previdenciário, que pode reduzir ou aumentar o montante conforme idade e expectativa de vida.

No pedágio 100% o benefício sai sobre 100% da média, sem fator — normalmente maior, mas exige mais tempo.

Comparamos resultados entre regra por pontos, idade progressiva e os pedágios. Verificamos impacto de contribuições recentes e de meses sem registro. Recomendamos simulações múltiplas para decidir entre antecipar ou aguardar por um coeficiente superior.

Planejamento previdenciário: quando aposentar e quanto receber

A escolha do momento para requerer o benefício muda o resultado financeiro. Uma decisão bem informada pesa elegibilidade, valor projetado e risco administrativo.

Comparação entre regras de transição e aposentadoria programada

Simulamos cenários com todas as alternativas aplicáveis: pontos, idade progressiva e pedágios, além da regra programada para quem não tem transição.

Comparamos datas de elegibilidade e valores para identificar quando esperar gera ganho real e quando antecipar é melhor para o somatório de rendas.

Direito adquirido e timing do pedido para maior segurança

Verificamos documentos que comprovem direito adquirido. Isso reduz o risco de indeferimento e preserva regras antigas quando aplicáveis.

Nossa metodologia inclui projeção de valores, avaliação de complementações necessárias e um plano de recursos caso haja exigência do INSS.

Oferecemos relatório claro com simulações e recomendação objetiva, acompanhando o cliente do diagnóstico à decisão, com transparência e suporte prático.

Documentos necessários e passo a passo do pedido no INSS

Reunimos um roteiro prático para preparar o dossiê e fazer o pedido no INSS sem surpresas. Aqui detalhamos o que juntar, como montar o protocolo e como fiscalizar cada etapa até a decisão.

Checklist de provas e organização do dossiê

Documentos essenciais: RG, CPF, carteiras de trabalho (CTPS), contratos e TRCT, carnês e guias, extrato FGTS, comprovantes de serviço militar e provas de atividade especial ou rural.

Inclua também recibos e testemunhos para períodos não registrados. Numere páginas e coloque um sumário no início. Isso facilita a análise do agente e reduz exigências.

Ao formular o requerimento, indique claramente a regra escolhida e os fundamentos técnicos que sustentam o pedido.

Como acompanhar, entender a carta de concessão e recorrer

Protocole no Meu INSS e acompanhe o andamento. Salve os protocolos e screenshots das movimentações.

Ao receber a carta de concessão, conferimos cálculos, meses reconhecidos e eventuais descontos. Se houver divergência, responda às exigências com documentos novos e pedido de revisão.

Respeitamos prazos administrativos e, quando necessário, orientamos recurso ou medida judicial. Oferecemos acompanhamento completo, do protocolo ao recurso, com comunicação direta pelo WhatsApp.

Solicitar aposentadoria por tempo de contribuição — use o link oficial para protocolar ou verificar orientações do governo.

Erros comuns no pedido de aposentadoria tempo contribuição e como evitar

Erros frequentes no pedido podem atrasar a análise ou reduzir o valor do benefício. Apontamos os equívocos que vemos e as ações para corrigi‑los antes do protocolo.

Não contabilizar recolhimentos abaixo do mínimo ou deixar de complementar MEI/11%/5% é causa comum de perda de meses válidos. Revisar e regularizar essas alíquotas evita surpresas.

Ignorar períodos especiais, rurais ou militares também reduz o total de tempo. Exija PPP, LTCAT ou início de prova material e junte testemunhas quando necessário.

Escolher regra sem simular prazos e valores — seja por pontos, regra transição ou programada — costuma resultar em opção menos vantajosa. Faça comparações antes do pedido.

Falhas na documentação e falhas no CNIS (vínculos, salários, competências) são responsáveis por exigências e indeferimentos. Conferimos o extrato e corrigimos inconsistências.

Não indicar claramente a regra pretendida no formulário e não conferir a carta de concessão pode impedir recurso eficaz. Sempre cheque cálculos e meses reconhecidos.

Nossa sugestão: apresentamos revisão técnica prévia e acompanhamento do pedido aposentadoria. Assim evitamos retrabalho, recursos desnecessários e perda de direitos.

Como nós ajudamos: atendimento acessível, online ou presencial e foco em clareza

Atuamos com foco na clareza: diagnosticamos seu histórico e propomos a melhor rota até a concessão. Oferecemos atendimento humano, direto e sem juridiquês, por canais digitais e presencialmente.

Orientação direta do diagnóstico à solução, via WhatsApp

Nós realizamos diagnóstico previdenciário completo: analisamos tempo, carência, regras elegíveis e estimativa de valor. Em seguida, construímos um plano comparativo entre transições e a regra programada.

Mantemos comunicação contínua via WhatsApp para tirar dúvidas, enviar documentos e atualizar o andamento do pedido.

Especialização em INSS: revisões, incapacidade, pensão por morte, especial e rural

Somos especialistas em demandas perante a previdência social, incluindo revisões, benefícios por incapacidade, pensão por morte, regimes especiais e rural.

Organizamos o dossiê, elaboramos o requerimento fundamentado, protocolamos no INSS e acompanhamos todo o processo. Conferimos a carta de decisão e recorrermos quando necessário.

Também prestamos suporte cível rotineiro (família, consumo, contratos) com a mesma organização e transparência.

Conclusão

Fechamos este guia com um resumo prático das opções vigentes em 2025 e dos passos que protegem seu direito. Aqui você encontra o caminho para entender e comparar cada alternativa.

Em 2025 valem quatro vias: pontos 92/102, idade progressiva 59/64, pedágio 50% e pedágio 100%. O cálculo pós‑reforma previdência usa a média desde 07/1994 com coeficiente inicial de 60% e acréscimos por ano.

Recomendamos simular todas as regras transição e organizar o dossiê antes do pedido. Atenção à contagem de tempo contribuição, carência e contribuições abaixo do mínimo.

Conte conosco: fazemos planejamento previdenciário e acompanhamento completo. Inicie sua análise com segurança e clareza via WhatsApp.

FAQ

O que mudou nas regras após a reforma para quem busca aposentadoria por tempo de contribuição?

Desde a emenda de 2019 adotamos novas exigências: somamos idade e contribuição para algumas regras de pontos, há idade mínima progressiva e novas transições como os pedágios de 50% e 100%. Em 2025 vigora combinação de regras que exige análise caso a caso para definir qual traz maior benefício.

Como funciona hoje a regra por pontos e quais são os valores em 2025?

A regra por pontos soma anos de contribuição e idade. Em 2025 os patamares referidos costumam ser 92/102 pontos conforme sexo; o cálculo do valor usa a média de contribuições desde julho de 1994 e aplica a fórmula base (60% + 2% por ano que exceder 15 anos para mulheres ou 20 para homens).

Quem ainda pode usar regras antigas por direito adquirido antes de 13/11/2019?

Temos direito adquirido quando, na data da reforma, o segurado já cumpria requisitos completos segundo regra antiga ou seguia cronograma de transição previsto em lei. Casos de pontos 86/96 ou aposentadoria com fator previdenciário podem permanecer válidos; precisa-se provar situação em 13/11/2019.

O que é o pedágio de 50% e quem pode optar por ele?

O pedágio de 50% aplica-se a quem, na data da reforma, faltava menos de dois anos para completar o tempo mínimo. Deve-se cumprir metade do tempo que faltava além do período restante. Essa opção pode reduzir impacto do fator previdenciário dependendo da idade e do histórico contributivo.

Quando compensa escolher o pedágio de 100%?

O pedágio de 100% exige cumprir o dobro do tempo que faltava em 13/11/2019 e garante cálculo integral sobre a média, sem aplicação do redutor do fator. Compensa quando a média contributiva é alta e o segurado pode postergar a saída sem perdas maiores.

Como contamos o tempo de contribuição antes e depois de 13/11/2019?

Contamos efetivamente todo o tempo de serviço registrado, inclusive períodos anteriores a 12/11/2019. Para transição, faz diferença quanto faltava naquela data. A soma inclui vínculos com carteira, trabalho rural, serviço militar, atividade especial comprovada e contribuição como autônomo ou MEI quando válida.

O que vale como período de contribuição especial ou rural?

Tempo especial exige comprovação de exposição a agentes nocivos via PPP ou LTCAT; rural é comprovado por documentos como contratos, notas de produtor ou declarações administrativas. Também computam períodos no exterior quando há acordo internacional ou recolhimento à previdência brasileira.

Como é feita a média das contribuições para calcular o benefício?

A média considera todas as contribuições desde julho de 1994. Sobre essa média aplica-se a regra de cálculo: 60% da média mais 2% por ano que exceder 15 anos (mulheres) ou 20 anos (homens), salvo exceções previstas nas regras de transição e pedágios.

Existe carência mínima e qual o impacto de contribuições abaixo do mínimo?

Sim: a carência geral para benefícios previdenciários costuma ser 180 meses em algumas condições, mas para aposentadoria específica valem os tempos mínimos de contribuição previstos. Contribuições abaixo do valor mínimo mensal podem reduzir a média e exigir complementação para alcançar o direito.

Como escolher entre regra de pontos, idade progressiva e pedágios?

Recomendamos simular cada alternativa com seu histórico contributivo e idade. Cada regra tem impacto distinto no valor final: pontos podem liberar aposentadoria mais cedo; idade progressiva penaliza menos quem é mais jovem; pedágios podem preservar valor integral. A escolha depende do objetivo financeiro e da expectativa de vida laboral.

Quais contribuições podem ser complementadas e por quem contribui com alíquota reduzida?

Autônomos, MEI e trabalhadores com recolhimento em alíquota reduzida podem complementar contribuições para aumentar a base de cálculo. É possível recolher diferenças retroativas em alguns casos, mas requer análise documental e cálculo para verificar viabilidade econômica.

Como o fator previdenciário interfere nas regras de transição e pedágio de 50%?

O fator previdenciário pode reduzir o valor do benefício quando a aposentadoria ocorre cedo com alta expectativa de sobrevida. No pedágio de 50% ele pode incidir dependendo da opção escolhida; no pedágio de 100% costuma-se preservar valor integral, reduzindo o efeito do fator.

Quais documentos precisamos reunir para solicitar o benefício no INSS?

Precisamos de carteira de trabalho, carnês e GPS, CPF, comprovantes de tempo rural, PPP/LTCAT para especial, certidão de nascimento/ casamento, documentos militares e comprovantes de recolhimentos como MEI. Montamos checklist e organizamos o dossiê para anexar ao pedido e recurso, quando necessário.

Como acompanhar o pedido e recorrer de uma decisão negativa?

Acompanhe pelo Meu INSS e agende perícia ou revisão se houver negativa. É possível entrar com recurso administrativo e, se preciso, ação judicial. Guardamos cópias de documentos, cartas de concessão e prazos para formular impugnação técnica e administrativa.

Quais são os erros mais comuns ao pedir o benefício e como evitá-los?

Erros frequentes incluem falta de documentos, não comprovar atividade especial, esquecer recolhimentos como autônomo e escolher a regra sem simular. Evitamos isso organizando provas, validando períodos e simulando cenários antes do protocolo do pedido.

Como podemos ajudar no planejamento e no pedido do benefício?

Nós oferecemos diagnóstico completo, simulações das regras vigentes, organização documental e acompanhamento do pedido no INSS. Atuamos do esclarecimento inicial à interposição de recursos, com atendimento online ou presencial e orientação via WhatsApp para tornar o processo claro e seguro.

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