Você sabe qual regra vale para você em 2025: direito adquirido, transição ou as normas permanentes? Essa pergunta guia nosso texto. Queremos que você entenda, sem jargões, quando pedir o benefício e qual caminho rende menos risco.
Em 2025 há quatro caminhos principais: quem já tinha direito até 13/11/2019, as regras de transição (pontos, idade progressiva e pedágio 100%), e as regras permanentes para novos filiados. Explicamos como a idade, os pontos e o tempo contribuição influenciam no cálculo e no resultado final.
Mostramos também o que conta como magistério e quando funções administrativas entram no cômputo. Apontamos requisitos por anos, efeitos do fator e quando a média alcança 100% do valor.
Na Thays Caruano Advocacia, orientamos de forma direta desde a análise inicial até o protocolo. Oferecemos atendimento presencial e online com foco na segurança do cliente. Fale conosco pelo WhatsApp para revisar seu caso e escolher a melhor data para requerer.
O que é a aposentadoria dos professores no INSS e quem se enquadra
Nem todo docente entra nas mesmas regras: importa a atividade exercida e o vínculo. Aqui explicamos de forma direta quem tem direito e quais funções contam como magistério.
Educação infantil, ensino fundamental e médio: o escopo do magistério
Têm direito profissionais que atuam exclusivamente em efetivo exercício do magistério na educação infantil, no ensino fundamental e no ensino médio. Isso vale tanto para redes públicas quanto privadas autorizadas.
O tempo e os anos de trabalho nessa atividade são essenciais para comprovar o benefício. Registros em carteira, contracheques e declarações escolares costumam ser decisivos.
Diretores, coordenadores e orientadores: quando contam como magistério
Funções de direção de unidade escolar, coordenação e assessoramento pedagógico exercidas por docentes integram o conceito de magistério, conforme a Lei 11.301/2006 e o entendimento do STF (Tema 965).
Já estão fora do enquadramento professores universitários, instrutores de cursos livres e atividades sem vínculo direto com a educação básica.
Atuamos para revisar seu histórico, conferir documentos e indicar a melhor regra. Oferecemos atendimento presencial e online para evitar surpresas no pedido e antecipar possíveis gargalos.
Aposentadoria por idade do INSS x aposentadoria dos professores: diferenças essenciais
A diferença entre a regra por idade e a regra voltada ao magistério pode reduzir anos de espera — explicamos como. Em 2025, a aposentadoria por idade do INSS exige 62 anos para mulheres e 65 para homens, além de 15 anos de contribuição e 180 meses de carência.
Já a via específica para quem atua no ensino tem regras próprias. Quem tinha direito até 13/11/2019 manteve exigências sem idade mínima na rede privada (25/30 anos de atividade). Depois da reforma surgiram opções de transição (pontos, idade progressiva e pedágio 100%) e regras permanentes com 25 anos de contribuição.
Observe a carência em meses: ambos os caminhos exigem comprovação de 180 meses quando aplicável. O que muda é como idade e tempo se combinam para atingir requisitos e pontuação.
Quanto ao valor, nas regras do magistério há situações que elevam a média até 100% (especialmente no pedágio 100%). Na regra geral por idade, aplica-se a média com percentuais que podem reduzir o benefício.
Nossa análise compara salários, tempo de contribuição e histórico funcional para indicar o caminho com melhor valor e menor risco. Se quiser, podemos revisar seu caso e verificar regras por tempo de contribuição.
Aposentadoria Do Professor: regras vigentes e o que mudou após a Reforma
Entenda, de forma direta, as opções atuais para quem acumulou tempo em sala de aula antes e depois da mudança. Nós avaliamos três grupos: quem já tinha direito até 13/11/2019, quem pode optar por regras de transição em 2025 e os novos filiados sob as normas permanentes.
Direito adquirido até 13/11/2019
Quem atingiu 25 anos (mulher) ou 30 anos (homem) de magistério até 13/11/2019 manteve o direito sem idade mínima. O cálculo usa a média dos 80% maiores salários desde 07/1994 e pode aplicar o fator previdenciário.
Regras de transição aplicáveis em 2025
Em 2025 existem três opções: pontos (87 para mulheres, 97 para homens), idade mínima progressiva (54/59) e pedágio 100% (52/55). Cada rota tem impacto diferente no valor, no tempo adicional e nos requisitos para requerer.
Regras permanentes para quem ingressou após 13/11/2019
Para novos filiados a exigência é 25 anos de contribuição e idades de 57 (mulher) e 60 (homem). O cálculo inicial parte de 60% da média, acrescido de 2% por ano que exceder o período base.
Nossa recomendação: simulamos cenários com salários, anos e vínculos para indicar qual regra traz melhor resultado e menor risco. Organize documentos que comprovem o magistério antes de solicitar.
Regras de transição por pontos em 2025: pontuação, tempo e carência
Na via de pontos, somamos a idade e o tempo de contribuição para alcançar a pontuação necessária no momento do pedido. Em 2025 a pontuação exigida é 87 para professoras e 97 para professores.
Pontuação exigida para professoras e professores em 2025
Além da pontuação, é preciso cumprir o tempo mínimo de magistério: 25 anos para mulheres e 30 anos para homens.
Também se exige carência de 180 meses. O requisito de anos em sala não é reduzido quando se usa a pontuação.
Como a idade e o tempo de contribuição somam pontos
A soma inclui toda a contribuição válida, inclusive períodos fora do magistério, o que pode ajudar a fechar a pontuação sem afetar o mínimo de magistério.
A pontuação avança 1 ponto por ano: até 92 para mulheres (em 2030) e até 100 para homens (em 2028). Adiar o pedido costuma aumentar a pontuação exigida e muda a estratégia.
Nós ajudamos a compor idade e tempo com CNIS e CTPS, validar meses faltantes e comparar cenários entre pontos, pedágio 100% e idade mínima progressiva.
Idade mínima progressiva: quais idades valem em 2025 e para os próximos anos
A idade mínima progressiva define um calendário claro para quem atua na educação e quer requerer o benefício por tempo de atividade. Em 2025 a exigência é 54 anos para mulheres e 59 anos para homens, além de 25/30 anos de contribuição.
Idades para rede privada: mulheres e homens
Na rede privada a regra aumenta a idade em seis meses por ano até chegar aos limites: 57 anos para mulheres (2031) e 60 anos para homens (2027). Mantém-se a carência de 180 meses.
Essa modalidade não vale para a rede pública federal. Ela segue transições próprias, então é preciso distinguir regimes para evitar erro ao planejar o pedido.
Valide seu tempo e contribuição com CNIS e CTPS: lacunas de recolhimento podem atrasar o atendimento. Nós comparamos cenários com pedágio e pontos para checar se a mínima progressiva é a melhor opção.
Uma diferença de semestre pode antecipar o requerimento e reduzir espera. Recomendamos montar um cronograma e revisar os números anualmente para preservar o melhor resultado.
Pedágio 100%: quando vale a pena e como calcular o que falta
A regra pedágio 100% exige cumprir o dobro do período que faltava em 13/11/2019 para atingir 25/30 anos. Em 2025 a idade mínima é 52 anos para professora e 55 para professor, com carência de 180 meses.
Idade mínima, carência e exemplos práticos
Para aplicar o pedágio 100% identificamos quanto faltava em 13/11/2019 e somamos esse tempo ao tempo base. Ex.: faltavam 3 anos em 13/11/2019 — a professora precisa completar 25 anos + 3 anos de pedágio = 28 anos no total.
Validamos carência de 180 meses e confirmamos a atividade em magistério. Conferir CNIS e CTPS evita surpresas que alterem o cálculo do pedágio.
Vantagem no valor do benefício
A principal vantagem é o valor: o benefício sai com 100% da média desde julho/1994 e sem fator previdenciário. Em muitos casos isso supera a opção por pontos ou idade mínima progressiva.
Nós calculamos o pedágio, simulamos ganhos e mostramos quando o tempo extra compensa. Também orientamos sobre documentos a anexar e o momento certo para protocolar.
Regras permanentes pós-Reforma: idade e tempo para novos filiados
Para quem ingressou no sistema depois de 13/11/2019, as regras permanentes definem requisitos claros: idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, com tempo mínimo de 25 anos de contribuição.
O cálculo inicial parte de 60% da média de todos os salários desde 07/1994. Em seguida, soma-se 2% por ano que exceder 15 anos (mulheres) ou 20 anos (homens). Esse mecanismo mostra como anos extras elevam o valor do benefício.
Orientamos organizar CTPS, CNIS e declarações do magistério desde cedo para evitar lacunas. A regularidade da contribuição melhora a previsibilidade e ajuda a construir uma média salarial melhor.
Fazemos simulações anuais para calibrar a data-alvo e comparar cenários entre mulheres e homens. Assim, planejamos contribuições estratégicas e reduzimos riscos de recolhimentos ineficientes.
Se quiser revisar direitos e documentos, veja nosso material para conhecer seus direitos previdenciários. Nós acompanhamos o percurso e ajustamos a rota conforme mudanças na carreira e nas regras.
Tempo de contribuição do magistério: comprovação e particularidades
A comprovação do magistério passa por registros que mostrem cargo, carga horária e nível de ensino. Organizamos um checklist prático para transformar provas dispersas em um dossiê confiável.
CTPS, CNIS, CTC e declarações escolares
Reúna CTPS com função de professor, CNIS atualizado e CTC para tempo em RPPS. Inclua declarações escolares com períodos, níveis (educação infantil e ensino fundamental), disciplinas e carga.
Documentos complementares fortalecem o pedido: diários de classe, atas, contracheques e planos de ensino. Pedimos que as declarações venham em papel timbrado e assinadas pelo representante legal.
Readaptação, funções pedagógicas e períodos não enquadráveis
Se houve readaptação mantendo atividade pedagógica, o direito é preservado. Já ensino superior, cursos livres e funções técnicas sem docência não se enquadram.
Corrija inconsistências no CNIS antes do protocolo e sincronize anos e contribuição, especialmente em casos de transição e idade mínima. Mantemos o suporte para obter CTC, redigir declarações e organizar o arquivo digital.
Para regras oficiais e orientações do INSS, consulte as normas no site do órgão: regras oficiais.
Como é calculado o valor do benefício em cada regra
Vamos explicar, de forma prática, como cada regra impacta o cálculo do benefício. Primeiro, identificamos quais salários entram na conta e o marco legal aplicável.
Média de salários, 60% + 2% ao ano excedente e quando há 100% da média
Para quem tem direito adquirido até 13/11/2019, a média considera os 80% maiores salários desde 07/1994. Nessa via, o resultado também pode sofrer o fator previdenciário.
Nas regras de transição e nas normas pós-reforma, usamos a média de todos os salários desde 07/1994. A fórmula básica parte de 60% da média, somando 2% por ano que exceder 15 anos (mulheres) ou 20 anos (homens).
No pedágio 100% o benefício sai com 100% da média, sem aplicação do fator, o que costuma aumentar o valor final.
Fator previdenciário no direito adquirido e seus impactos
O fator reduz ou aumenta o resultado conforme idade, expectativa de sobrevida e tempo de contribuição. Em alguns cenários, mesmo com fator, o direito adquirido é vantajoso.
Nós simulamos cenários, revisamos CNIS e salários para corrigir inconsistências e indicamos estratégias lícitas para elevar a média. Consulte também nossa análise sobre aposentadoria proporcional para casos específicos.
Passo a passo para solicitar no Meu INSS e evitar indeferimentos
Um protocolo bem preparado aumenta muito as chances de sucesso no Meu INSS. Antes de iniciar, revise o CNIS e atualize seus dados cadastrais.
Qual serviço selecionar e como sinalizar
Acesse “Novo Pedido” > “Aposentadorias” > selecione “Aposentadoria por Tempo de Contribuição” e marque que se trata de aposentadoria de professor. Se preferir, o atendimento também é feito pela Central 135.
Documentos obrigatórios
Separe RG/CPF, CTPS, CNIS atualizado e declarações das escolas com períodos, níveis e carga horária. Anexe CTC quando houver RPPS e provas pedagógicas complementares.
Erros comuns que geram negativa
Evite escolher serviço errado, apresentar anexos incompletos ou não comprovar o magistério. Falhas no registro de meses e divergência de datas são causas frequentes de indeferimento.
Recomendamos organizar anos e períodos em ordem cronológica, nomear arquivos claramente e registrar, no campo de observações, a regra de transição pretendida (pontos, idade progressiva ou pedágio 100%).
Nós oferecemos suporte por WhatsApp, presencial e online para revisar o dossiê, corrigir pendências no CNIS e orientar o protocolo assistido, reduzindo o risco de negativa e agilizando a resposta.
Planejamento previdenciário: como escolher a melhor regra para seu caso
Antes de pedir o benefício, fazemos uma análise prática com números reais. Projetamos datas, calculamos impacto no valor e verificamos documentos para reduzir riscos.
Comparar pontos, idade mínima progressiva e pedágio 100%
Nós comparamos objetivamente as três regras de transição para 2025: pontos (87/97), idade mínima progressiva (54/59) e pedágio 100% (52/55). Avaliamos prazo, requisitos e expectativa de valor.
Simulamos cenários com seus salários para projetar a média e testar meses adicionais de contribuição que elevem o percentual final. Indicamos quando o pedágio 100 entrega melhor resultado em razão do 100% da média.
Quando buscar orientação jurídica e atendimento online
Recomendamos atendimento jurídico antes de protocolar se houver dúvidas na prova de magistério, lacunas no CNIS, múltiplos vínculos ou readaptação. O INSS não destaca a modalidade “professor” no simulador; é preciso sinalizar corretamente ao solicitar.
Nós oferecemos Diagnóstico e Planejamento Previdenciário completos: comparamos cenários, projetamos datas, calculamos valores e acompanhamos o processo com atendimento online. Contato por WhatsApp para revisar documentos e acompanhar até a concessão.
Conclusão
Para finalizar, reunimos os pontos essenciais que ajudam você a decidir com segurança.
Em 2025 há três caminhos principais: direito adquirido, transição (pontos, idade mínima progressiva e pedágio 100%) e as regras permanentes para novos filiados. A combinação entre idade mínima, tempo e contribuição define o melhor ano para requerer.
Organize provas do magistério, CNIS e CTPS. Pequenas diferenças em anos e meses alteram regra e valor do benefício. O pedágio 100 pode elevar o valor, mas exige cálculo preciso do tempo faltante em 13/11/2019.
Na Thays Caruano Advocacia unimos clareza e segurança. Oferecemos análise personalizada, atendimento presencial e online. Fale conosco pelo WhatsApp para um diagnóstico e estratégia sob medida.