Você sabia que faltas no recolhimento podem bloquear seus direitos e comprometer seus planos? Essa pergunta ilumina uma situação comum e angustiante para muita gente com carteira assinada.
Nós explicamos de forma direta o que é o fundo garantia e por que a empresa tem obrigação de recolher mensalmente. Mostramos onde o trabalhador confere lançamentos na conta e como identificar períodos sem crédito.
Quando há ausência de depósito, o problema afeta desde o saque em rescisão até compra de imóvel. Apontamos passos práticos: reunir provas, conversar com a empresa e acionar os órgãos competentes quando necessário.
Atuamos acompanhando todo o caminho: diagnóstico, estratégia e monitoramento. Para acelerar sua avaliação, sugerimos preparar documentos e capturas do extrato.
Precisa de orientação imediata? Consulte nossa página sobre tempo de contribuição e extrato para entender melhor o histórico: como conferir seu extrato e CNIS.
O que é o FGTS e por que o depósito mensal é obrigação do empregador
O fundo garantia funciona como uma reserva criada para proteger o trabalhador ao longo do tempo de serviço. É um aporte feito pela empresa equivalente a 8% do salário, creditado em conta vinculada e gerida pela Caixa Econômica Federal.
Percentual de 8% e gestão bancária
O empregador tem a obrigação legal de fazer esse depósito mensal. O valor não sai do contracheque do empregado; é um encargo da empresa.
O saldo pode ser consultado pelo aplicativo, site, SMS ou na agência, permitindo ao trabalhador conferir o extrato e identificar qualquer irregularidade.
Quando o fundo é acionado
Esse recurso protege situações como demissão sem justa causa, compra da casa própria e aposentadoria. Em cada caso, existem regras específicas para saque.
Reforçamos que a empresa deve manter processos internos para comprovar recolhimentos e garantir rastreabilidade. Nós avaliamos documentos e orientamos sobre como organizar comprovantes para eventual necessidade de comprovação.
Como identificar e comprovar FGTS Não Depositado
Detectar ausência de crédito começa por acessar a conta vinculada e conferir lançamentos mês a mês. O extrato está disponível no aplicativo fgts (Android/iOS), no site da Caixa e por SMS cadastrado. Também é possível obter o documento em agência.
Aplicativo, site e SMS: passo a passo prático
Acesse o aplicativo fgts com CPF e senha, selecione o extrato por competência e verifique se há crédito correspondente ao período trabalhado.
Use o site quando precisar baixar o extrato completo. Ative o serviço de SMS para receber alertas de depósitos na conta.
Provas que têm peso
Salve prints com data e baixe o extrato integral. Cruze esses documentos com contracheques, contrato e CTPS para demonstrar meses trabalhados sem crédito.
Erro operacional x inadimplência
Caso haja atraso isolado, registre comunicação com a empresa e acompanhe a correção. Se faltarem depósitos por várias competências, o indício aponta para inadimplência.
Nós orientamos como organizar os arquivos por mês e revisar o material. Oferecemos suporte online e presencial para estruturar a prova e definir o próximo passo.
Passo a passo para regularizar: do RH ao Ministério do Trabalho e Justiça do Trabalho
Apresentamos um roteiro prático para levar a questão do recolhimento pendente do RH até a via judicial, se for preciso. Nós acompanhamos cada etapa, com atendimento online ou presencial e contato por WhatsApp para agilizar o processo.
Abordagem interna
Primeiro passo: converse com o RH ou com o empregador e mostre as provas (extratos, contracheques e CTPS). Solicite conferência dos meses sem crédito e um prazo para correção.
Denúncia no Ministério do Trabalho / SIT via gov.br
Se a empresa não resolver, registre denúncia no portal gov.br em Serviços → Trabalhador → Fundo de Garantia. Faça login gov.br e preencha o formulário.
Também é possível acionar a SIT pelo telefone 158 ou presencialmente nas Superintendências Regionais; anexe comprovantes ao protocolo.
Atuação do sindicato
Acione o sindicato para intermediar e acompanhar o caso. A atuação coletiva muitas vezes acelera acordo e pressiona a empresa.
Ação na Justiça do Trabalho
Persistindo a inadimplência, ingressamos com reclamação na justiça trabalho para cobrar valores devidos, juros e correção. Recomendamos registrar todos os contatos e prazos firmados com a empresa para fortalecer a ação.
Em resumo: seguimos desde a conversa com o RH até a formalização da denúncia e, se necessário, a ação judicial. Oferecemos suporte para revisar documentos, protocolar a reclamação corretamente e definir os melhores passos para garantir seu direito.
Prazos, multas e consequências para a empresa que não deposita
Apresentamos as penalidades e o impacto financeiro para quem não realiza o pagamento nos prazos legais. O recolhimento deve ocorrer até o dia 20 do mês seguinte ao trabalho, adiantando-se quando cair em finais de semana ou feriados.
Multas e encargos aplicáveis
Quando há atraso, o valor devido sofre acréscimos: 5% no mês do vencimento e 10% a partir do mês seguinte, além de 0,5% ao mês sobre o saldo em atraso.
Cada dia de atraso aumenta o custo total, tornando mais vantajoso regularizar o pagamento rapidamente. Nós auxiliamos no cálculo dos encargos para orientar a cobrança.
Impactos além do pagamento
A inadimplência pode gerar fiscalização administrativa, reclamações na Justiça do Trabalho e prejuízo à reputação da empresa. A Caixa Econômica concentra a gestão operacional dos créditos, então divergências devem ser verificadas com comprovantes.
Orientamos o trabalhador a monitorar os depósitos e formalizar a falta. Para ferramentas práticas de cálculo e regularização consulte nosso guia de encargos e prazos: cálculo de encargos e orientações legais: como regularizar contribuições atrasadas.
Direitos do trabalhador e efeitos na demissão sem justa causa
Em caso de demissão sem justa causa, o trabalhador tem proteção legal que exige reparação imediata do valor devido e pagamento de multa. A empresa deve pagar 40% sobre o saldo e regularizar depósitos em atraso.
Multa de 40% e regularização dos depósitos
A multa de 40% incide sobre o total da conta vinculada e é de responsabilidade do empregador. Quando houver omissões, a Justiça do Trabalho pode determinar juros e correção monetária.
Seguro‑desemprego, prazos e como agir
A ausência de créditos pode impedir a liberação do seguro‑desemprego. Há resoluções que permitem negar o benefício quando faltam depósitos, o que exige comprovação e, muitas vezes, judicialização.
Recomendamos reunir extratos, contracheques e comunicações com a empresa. Documente tudo e busque apoio sindical se precisar de força coletiva.
Nós acompanhamos todo o processo: avaliamos documentos, estimamos o valor devido e orientamos a ação, seja administrativa ou judicial. Para entender melhor seus direitos, consulte nosso conteúdo sobre direitos de quem tem carteira assinada e entre em contato por WhatsApp para atendimento rápido.
Conclusão
Encerramos com orientações práticas para proteger seus direitos e cobrar os valores devidos.
Verifique a conta e o extrato pelo site ou app da Caixa Econômica sempre que houver suspeita de depósitos em falta. Documente cada mês com prints, contracheques e contratos.
Procure o RH para tentar regularizar o depósito e, se não houver solução, registre denúncia no ministério trabalho/SIT. Quando preciso, ajuizamos ação na justiça trabalho para cobrar valores retroativos, juros e correção.
Reforçamos que a empresa tem obrigações claras e que o empregador pode sofrer fiscalização e multas. Estamos à disposição: fazemos a triagem do caso, organizamos documentos e conduzimos a estratégia até a solução, com atendimento online, presencial e contato por WhatsApp.
