Perguntamos: será que pagar 5% do salário mínimo resolverá seu futuro previdenciário ou há atalhos melhores?
Na Thays Caruano Advocacia, orientamos de forma direta e acessível. Explicamos como a contribuição de 5% via DAS e a opção de complementar 15% impactam o valor do benefício.
Mostramos quais regras e requisitos realmente importam: idade mínima (62 anos para mulheres e 65 para homens) e carência de 180 meses. Também alertamos sobre riscos, como a perda de benefício por incapacidade ao formalizar atividade.
Nosso foco é segurança e clareza: avaliamos tempo de contribuição, corrigimos CNIS e indicamos estratégias (complementação, pró-labore, vínculos) para ampliar direitos e, quando possível, superar o salário mínimo.
Quer entender a idade mínima e os passos para pedir o benefício online? Confira mais detalhes sobre a idade mínima para se aposentar e acompanhe nosso guia prático.
O que é a Aposentadoria Do MEI e por que planejar agora
Antecipar decisões sobre contribuição protege seu direito e aumenta opções.
Nós definimos este benefício como o pagamento garantido ao segurado que contribui ao INSS via DAS, com requisitos mínimos de idade (62/65) e 180 meses de tempo contribuído.
Planejar cedo reduz riscos: evita lacunas no histórico e perda de meses por boletos em atraso.
Contribuir apenas com 5% pelo DAS limita o acesso a regras e, em regra, mantém o valor no salário mínimo. A complementação de 15% pode ampliar direitos e elevar o benefício.
O Meu INSS é a ferramenta para acompanhar contribuições, consultar o CNIS e solicitar o pedido. Isso facilita o acesso do trabalhador e a verificação de requisitos antes de ingressar com o pedido.
Cada caso depende do histórico de contribuições e da idade. Por isso, nós orientamos a estratégia adequada e oferecemos suporte jurídico para proteger seus direitos e acelerar a concessão.
Regras por idade do MEI: requisitos atuais e o que muda no futuro
Vamos explicar como a idade e a data de início da contribuição definem qual regra vale para você.
Antes e depois da reforma previdência
Antes da reforma previdência, a regra era mais simples: mulher com 60 anos e 15 anos de contribuição; homem 65 anos e 15 anos. Após a reforma, mulheres passam a ter 62 anos e 15 anos em muitos casos.
Homens que começaram a contribuir depois de 12/11/2019 podem precisar de 65 anos e 20 anos de contribuição. Quem tinha primeira contribuição antes dessa data costuma seguir transição favorável.
Carência de 180 meses: como contar
A carência exige 180 contribuições mensais válidas. Contamos meses pagos, não períodos aproximados.
Verifique o CNIS e corrija guias com erro para não perder competência. Separar carência de tempo contribuição evita confusão.
Cenário para 2025 e anos seguintes
Em 2025, a regra de transição consolida 62 anos para mulheres e mantém 65 para homens em muitos casos. A data de primeira contribuição é a chave para definir se você migra integralmente.
Nós orientamos na checagem do histórico, montagem de cronograma de pagamento e na escolha da melhor estratégia para garantir o seu direito.
Contribuição do MEI na prática: DAS, valor sobre salário mínimo e prazos
Vamos detalhar de forma direta o que você paga, quando pagar e como isso conta para seus direitos. Entender o boleto evita perda de meses e surpresas fiscais.
Quanto o MEI paga no DAS e o que está incluso no boleto
O recolhimento é feito via documento arrecadação simples (DAS). O INSS corresponde a 5% do salário mínimo. Há ainda valores fixos de ICMS/ISS conforme a atividade: comércio/indústria (+R$1), serviços (+R$5) ou comércio e serviços (+R$6).
Impacto direto no direito à aposentadoria e demais benefícios
O pagamento mensal do DAS computa para a carência e para a manutenção da cobertura previdenciária. Pagar só os 5% tende a limitar o benefício ao salário mínimo; a complementação amplia o potencial do benefício e dos requisitos que podem ser atendidos.
Formas de pagamento: emissão online com débito, Pix (QR dinâmico), bancos e lotéricas. O vencimento do DAS costuma ser até o dia 20 do mês. A GPS para complementar precisa vencer geralmente até o dia 15.
Guarde comprovantes, confira seu CNIS mês a mês e observe que trocar de atividade muda a composição do boleto, mas o INSS permanece em 5%. Manter regularidade é essencial para preservar direitos e evitar inscrição em dívida ativa.
Complementação de contribuição do MEI: como pagar e quando vale a pena
A decisão de complementar deve ser técnica: explicamos como fazer e quando compensa.
GPS com código 1910: passo a passo
Preencha a GPS com seu nome e PIS, indique a competência do mês anterior e use o código 1910.
O vencimento é até o dia 15; calcule 15% sobre o salário mínimo para obter os 20% totais.
Pagamento mensal x retroativo
Complementar mês a mês é planejamento contínuo e evita juros. Recomendamos essa forma quando há horizonte de contribuição.
A complementação retroativa só vale se houver lacunas reconhecidas; ela vence com juros e exige checagem do CNIS antes de pagar.
Limites e base de cálculo
Importante: a complementação incide sobre o salário mínimo; não é possível elevar a base por essa via.
Essa ação pode abrir acesso a regras por tempo e transições, ainda que não aumente automaticamente a média que define o valor do benefício.
Verificamos caso a caso para definir se a complementação compensa, orientando sobre requisitos, controle das GPS e estratégia jurídica personalizada.
Aposentadoria por tempo de contribuição para MEI: possibilidades reais
Veja como as regras por tempo podem se aplicar ao seu histórico de recolhimentos. Avaliamos cada caso e definimos a melhor rota entre pedágios, pontos e idade mínima progressiva.
Pedágio de 50%: quem ainda se beneficia e como calcular
O pedágio 50% exige ter, em 12/11/2019, 28 anos (mulher) ou 33 (homem). Paga-se metade do período que faltava para completar 30/35 anos.
Exemplo: se faltavam 4 anos em 12/11/2019, o segurado deve recolher mais 2 anos. Muitos já usaram essa regra, mas casos pendentes ainda podem aproveitar.
Pedágio de 100%: exigências de idade e tempo adicional
No pedágio 100% o tempo faltante naquela data é dobrado. Além disso, há exigência de idade mínima (57 anos para mulher em regra).
Essa alternativa costuma valer para quem precisa somar contributos sem completar a regra anterior.
Regra por pontos e idade mínima progressiva
Em 2025, a regra por pontos pede mulher 30 anos + 92 pontos; homem 35 + 102 pontos. A idade mínima progressiva exige, para 2025, homem 35 + 64 anos; mulher 30 + 59.
Orientamos quando compensar complementar a contribuição para acessar essas regras. Revisar o CNIS e retificar vínculos garante contagem correta dos anos contribuição.
Cálculo e valor do benefício: salário mínimo, médias e como aumentar
Explicamos, de forma prática, por que muitos ficam com o piso e como mudar esse quadro.
Quando o valor fica no salário mínimo e quando pode superar
Quem contribui apenas com 5% via DAS tende a receber o valor salário mínimo.
Isso ocorre porque a base de cálculo fica limitada ao piso. Para ter um valor aposentadoria maior, é preciso ter histórico de recolhimentos mais altos.
Contribuições anteriores em CLT, como contribuinte individual ou com pró-labore elevam a média e podem aumentar o valor.
Estratégias legítimas: complementação, pró-labore e vínculos concomitantes
A complementação de 15% habilita regras alternativas, mas, isolada, não eleva o valor acima do salário mínimo.
O uso responsável do pró-labore permite recolher sobre uma base maior e, assim, melhorar o valor aposentadoria.
Manter o DAS, complementar quando técnico e somar vínculos com contribuições superiores ajuda a equilibrar custo e ganho.
Também orientamos revisar períodos com contribuições baixas para avaliar descarte quando possível e observar o 13º proporcional no primeiro ano de benefício.
MEI e outros vínculos: como somar CLT + MEI sem perder direitos
Quando o trabalhador acumula vínculo empregado e atividade autônoma, é essencial entender como o INSS computa cada contribuição.
Contribuições no mesmo mês: como o INSS soma na prática
O INSS soma as bases de contribuição do mês. Se o salário de contribuição da CLT ficar abaixo do mínimo, o empreendedor pode complementar a diferença para atingir o piso.
Se a remuneração CLT já alcança ou supera o mínimo, a guia do empreendedor pode não elevar a base útil daquele mês.
Acumulação de benefícios: por que não é possível no mesmo regime
Não é permitido receber duas aposentadorias simultâneas dentro do regime geral. Ambos os vínculos são do INSS e contam para a média única do benefício.
Como agir: conferimos o CNIS para evitar lacunas e indicamos quando vale complementar. Em casos estratégicos, o tempo pode ser somado para cumprir carência.
Para dúvidas sobre regras por tempo e fases transitórias, veja também nossa análise prática em como ainda existe a regra por tempo de.
Benefícios além da aposentadoria: proteções garantidas ao MEI
Trabalhadores que mantêm a contribuição têm acesso a vários benefícios que funcionam como rede de proteção. Entendemos cada opção e orientamos sobre documentos e prazos para reduzir indecisões.
Benefício por incapacidade temporária
O auxílio-doença exige, em regra, 12 contribuições e afastamento superior a 15 dias. Há perícia médica e apresentação de atestados, exames e relatório médico.
Requisitos: comprovar incapacidade laborativa e ter o CNIS regularizado para contar os meses de contribuição.
Aposentadoria por incapacidade permanente
Em casos de invalidez por acidente ou doença grave, a carência pode ser dispensada. A perícia avaliará incapacidade total e permanente.
Quando há invalidez, o benefício pode ser concedido sem exigir as contribuições anteriores.
Pensão por morte e auxílio-reclusão
A pensão por morte prioriza cônjuge e filhos; dependência deve ser comprovada. O auxílio-reclusão é pago aos dependentes do segurado preso, se havia qualidade de segurado.
Apresentamos a lista mínima de documentos e orientamos na verificação do vínculo e do histórico de contribuição.
Salário-maternidade
O salário-maternidade vale para parto, adoção e aborto legal. Há prazos para requerer e documentos como certidão de nascimento ou termo de guarda.
Mantemos a consulta ao CNIS e a instrução completa dos pedidos para proteger seu direito e agilizar a concessão desses benefícios.
Aposentadoria especial para MEI: quando existe e como comprovar
A concessão por atividade especial exige prova rigorosa e coordenação entre documentos e pagamentos. Nem todo período em trabalho exposto será aceito sem prova técnica. Por isso, atuamos juntando evidências e alinhando a complementação quando necessária.
Exposição a agentes nocivos, pontos e idade mínima
Existem duas vias: por pontos ou por idade mínima. As regras por risco pedem, respectivamente, 25 anos + 86 pontos (baixo), 20 + 76 (médio) e 15 + 66 (alto).
Alternativamente, há opção por idade: 60/58/55 anos com 25/20/15 anos de atividade especial, conforme o nível de exposição. Em muitos casos a complementação é necessária para fazer valer a regra escolhida.
Documentos e provas técnicas: atenção redobrada
Exigimos laudos, LTCAT/PPP ou relatórios equivalentes, notas, contratos e registros que demonstrem a atividade e o ambiente. Quando o trabalho foi prestado a terceiros, solicitamos o PPP do tomador ou juntamos contratos e ordens de serviço.
Explicamos como a reforma previdência afetou a prova e por que planejar a documentação hoje evita indeferimentos. Organizamos períodos por mês e conciliamos com as contribuições para estruturar um pedido robusto.
Como se aposentar pelo MEI: guia passo a passo
Um roteiro claro evita erros e acelera a concessão quando os requisitos estiverem completos. Fornecemos orientação do CNIS ao protocolo, com acompanhamento e comunicação por WhatsApp.
Consulta e correção do CNIS
Passo 1: acesse o Meu INSS, faça login e baixe o CNIS para conferir vínculos, salários e competências.
Passo 2: identifique inconsistências — vínculos sem remuneração, competências em aberto ou duplicidades — e reúna documentos para pedir correção.
Escolha da regra e formalização do pedido
Passo 3: defina a regra mais vantajosa considerando data de início da contribuição e requisitos em 2025 e seguintes.
Passo 4: se precisar complementar, use GPS 1910 (até o dia 15) e organize os comprovantes por competência. Lembre que o pagamento via GPS não é feito pelo Meu INSS; o telefone 135 informa, mas não gera documentos.
Passo 5: prepare documentos pessoais, comprovantes de contribuição e provas de atividade especial quando aplicável.
Passo 6: protocole o pedido no Meu INSS (portal ou app) e acompanhe exigências e perícias.
Passo 7: responda às exigências no prazo, anexe o que faltar e guarde todos os protocolos.
Passo 8: após a concessão, confira o cálculo e, em caso de divergência, avalie revisão dentro do prazo. Para entender melhor o tempo mínimo de contribuição em cada caso, consulte nosso guia prático.
Para esclarecimentos e apoio no seu caso, oferecemos acompanhamento completo e atendimento objetivo.
Saiba quanto tempo precisa contribuir
Erros comuns que reduzem o valor da aposentadoria do MEI
Muitos segurados perdem meses e direitos por deslizes evitáveis no histórico contributivo. Falhas simples na contribuição afetam diretamente o valor aposentadoria e a elegibilidade.
Erros frequentes: confiar apenas no DAS e esperar benefício acima do mínimo; não complementar quando a estratégia indicava ganho; e não conferir o CNIS antes do protocolo.
Outros problemas comuns são pagar GPS com código errado ou fora do prazo e ignorar regras de transição. Esses pontos comprometem competências e atrasam o reconhecimento dos meses.
Também vemos casos em que não se reúnem provas de atividade especial, o que impede acesso à regra mais benéfica. Perder a qualidade de segurado por longas lacunas prejudica benefícios por incapacidade.
Nós atuamos para prevenir esses erros. Revisamos o CNIS, avaliamos se a complementação compensa e orientamos sobre documentação. Para saber como verificar erros no cálculo e quando a revisão pode melhorar seu benefício, conte com nossa análise técnica.
Como nós ajudamos: atendimento claro, online ou presencial, do início à concessão
Oferecemos apoio prático e contínuo para que você tome decisões seguras sobre seu futuro previdenciário. Atuamos desde a análise inicial até o protocolo e o acompanhamento final, com foco em resultado e transparência.
Análise do caso e estratégia personalizada
Fazemos a análise completa do caso, mapeando contribuições, lacunas e oportunidades para que o mei deve tomar decisões seguras.
Definimos quando o mei pode complementar, quando migrar de regra e quais documentos priorizar.
Acompanhamento passo a passo e suporte ao pagamento
Elaboramos o passo a passo de pagamento e protocolo, com checklists e prazos para reduzir erros e indeferimentos.
Acompanhamos todas as etapas no Meu INSS, respondendo exigências e ajustando a forma de comprovação quando necessário.
Comunicação simples e acesso facilitado
Mantemos comunicação direta via WhatsApp e atualizamos você em cada fase. Garantimos acesso ao nosso time tanto online quanto presencialmente.
Atuamos em previdenciário e cível, cobrindo revisões, incapacidade, pensão, especial, tempo rural e demandas de INSS em geral.
Organizamos o dossiê probatório para fortalecer o pedido e ampliamos as chances de concessão imediata. Nosso compromisso é reduzir a burocracia e proteger seu direito aos benefícios.
Conclusão
Um bom planejamento converte tempo de contribuição em valor real e proteção social.
Planejar a aposentadoria exige checar idade, anos e o histórico no CNIS para escolher a regra mais vantajosa. A reforma previdência mudou prazos e transições; entender sua data de ingresso é determinante.
Pagar só o DAS costuma manter o benefício sobre salário mínimo. Há possibilidade de elevar o valor aposentadoria mei com vínculos maiores, complementação via GPS e uso correto do documento arrecadação simples.
Organizar documentos evita perda de meses e comprova anos contribuição e regimes especiais quando aplicáveis. Conte conosco: orientamos do início à concessão com plano claro, acompanhamento e segurança jurídica.
