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Aposentadoria Negada, o que fazer para reverter

Seu pedido foi negado — e agora? Você já se perguntou por que um pedido de aposentadoria pode ser recusado mesmo com anos de contribuição?

Descobrir a negativa é comum, mas há caminhos claros para reverter essa decisão. Em muitos casos, o problema vem de tempo insuficiente, falta de documentos, erro no CNIS ou falta de reconhecimento de atividade especial.

Na Thays Caruano Advocacia, orientamos desde a análise inicial até a solução do caso. Explicamos como verificar o motivo no Meu INSS, quando abrir um pedido de Acerto de Vínculos e quando recorrer administrativamente ou judicialmente.

Mostramos também o impacto no valor do benefício e na data de início do pagamento. Oferecemos atendimento presencial e online, com linguagem simples e acompanhamento constante.

Fale conosco pelo WhatsApp para receber informações práticas e recuperar o seu direito com segurança.

Entendendo o indeferimento: por que o INSS nega pedidos de aposentadoria

Uma recusa do INSS nem sempre encerra o direito; entender o motivo é o primeiro passo. Chamamos de benefício indeferido a decisão administrativa que aponta falta de requisito no momento da análise.

O sistema consulta os dados do CNIS e, se houver divergência, o período ou a remuneração podem ser desconsiderados. Isso afeta o valor e a data de início do pagamento.

Durante a análise, o inss pode suspender o pagamento, mas se o recurso for aceito, há chance de retroatividade até a data do pedido original.

Orientamos a leitura cuidadosa da decisão no Meu INSS ou atendimento 135 para identificar o código e o motivo exato. Assim, sabemos se é questão de tempo de contribuição, documentação incompleta, erro cadastral ou falta de prova de atividade especial.

O que fazemos por você: analisamos o motivo, organizamos informações e dados, e montamos recurso administrativo ou ação judicial quando necessário. Mantemos a comunicação clara e acompanhamos prazos para evitar atrasos.

Como consultar seu pedido e identificar o motivo da negativa agora

Acompanhar o pedido evita atrasos e ajuda a identificar a falha na análise. Vamos mostrar onde checar o status e que dados salvar para preparar o recurso.

Passo a passo no Meu INSS

Acesse o site ou app do Meu INSS com login Gov.br e abra “Consultar Pedidos”. Verifique o status: em análise, concluído ou com pendências.

Abra a decisão e leia o código do indeferimento. Baixe extratos e o histórico de contribuições para reunir provas. Salve capturas de tela e comprovantes por período e por vínculo.

Revise seus dados pessoais no perfil para não perder notificações. Se o sistema apresentar erro, registre a falha e guarde o protocolo.

Central 135: quando usar e o que perguntar

Ligue para a Central 135 (segunda a sábado, 7h às 22h). Use a opção 2 para status, perícia e revisão; após esse horário o serviço fica eletrônico.

Pergunte o motivo específico do indeferimento, pendências documentais, prazos e instruções para novo envio. Anote o número do protocolo e a orientação recebida.

Quando a urgência for agendamento ou dúvida sobre perícia, o contato telefônico costuma ser mais ágil. Compartilhe o protocolo conosco para acelerarmos a definição da estratégia.

Aposentadoria Não Reconhecida: principais causas e como agir

Identificar a origem do problema no processo facilita a regularização de tempo e documentos. Nós avaliamos cada caso para definir se cabe correção administrativa, recurso ou ação judicial.

Tempo de contribuição insuficiente ou não computado

Verificamos o total de tempo e detectamos períodos ausentes, vínculos antigos ou contribuições de autônomos não lançadas. Quando há lapsos, orientamos sobre regularização e comprovação.

Idade mínima e regras de transição pós-Reforma

Analisamos se o segurado cumpriu a aposentadoria idade exigida ou se se enquadra em regras de transição. Assim, decidimos o melhor momento para protocolar novo pedido ou esperar o requisito.

Documentação com rasuras ou inconsistências

Rasuras em CTPS, contratos ou recibos comprometem a prova. Organizamos documentos por ordem cronológica e indicamos formas de retificação antes da nova análise.

Erros no CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais)

Apontamos divergências salariais e períodos omitidos no CNIS e preparamos prova material contemporânea para pedir acerto. Acompanhamos o pedido até a conclusão.

Estudamos cada situação com atenção, priorizando a segurança do cliente e a clareza das informações durante todo o processo.

CNIS sem períodos ou salários: como corrigir com Acerto de Vínculos e Remunerações

Quando o CNIS carece de registros, é preciso agir rápido para inserir períodos e salários faltantes. Atuamos com transparência e organização, guiando o pedido passo a passo no sistema do Meu INSS.

Como abrir o pedido no Meu INSS

Acesse Meu INSS > Novo Pedido > escolha “acerto de vínculos e remunerações”. Anexe os documentos e aguarde a análise administrativa. Mantemos contato claro e atualizações por WhatsApp durante todo o processo.

Quais documentos anexar

Priorize provas fortes: CTPS com anotações originais, holerites, GFIP, GPS, extrato do FGTS e CTC. Declarações do empregador com firma reconhecida reforçam o pedido.

Prazos e acompanhamento da análise

Responda prontamente a exigências para evitar demora. O Decreto 3.048/1999, art. 19, reconhece o CNIS como documento oficial; por isso, após inclusão dos dados é possível reavaliar o pedido ou interpor recurso.

Orientamos a combinação de provas materiais e a narrativa cronológica do trabalho para consolidar cada período e contribuição. Assim, reduzimos o risco de nova negativa e aceleramos a solução.

Provas que convencem: construindo o início de prova material

Começamos reunindo evidências que mostrem, de forma objetiva, cada período trabalhado. O objetivo é criar um dossiê cronológico e livre de contradições, com foco na segurança do cliente.

Carteira de trabalho, contracheques e recibos

CTPS, holerites e RPA formam a espinha dorsal do arquivo. Organizamos por vínculo e data, conferimos datas de admissão e demissão e cotejamos com recolhimentos (GPS, FGTS, CTC).

PPP e LTCAT para atividade especial

O perfil profissiográfico previdenciário e o LTCAT devem refletir as condições ambientais de trabalho. Esses laudos e o PPP dizem se o tempo foi exposto a agentes e ajudam na conversão de tempo especial.

Documentos rurais e segurado especial

Para trabalho rural reunimos bloco de produtor, notas fiscais e declarações sindicais por safra. Ordenar por ano facilita a comprovação do período.

Prova testemunhal e boas práticas

Quando faltam papéis, testemunhas complementam o início de prova material (Lei 8.213/1991, art. 55, §3º). Orientamos declarações com dados completos e firma reconhecida, e indicamos quando pedir perícia técnica.

Atividade especial não reconhecida: ruído, agentes químicos e biológicos

A prova técnica costuma ser o ponto fraco quando se busca o reconhecimento do tempo especial. Em muitos casos o INSS exige PPP e LTCAT atualizados para comprovar exposição a ruído, agentes químicos ou biológicos.

Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) e Laudo Técnico (LTCAT)

O perfil profissiográfico previdenciário e o laudo técnico condições devem detalhar funções, agentes e níveis de exposição. Campos incompletos ou datas divergentes fragilizam a peça e abrem caminho para indeferimento.

Perícia judicial e conversão de tempo especial em comum

Quando o INSS recusa, podemos pedir perícia judicial para reconstituir as condições ambientais trabalho. A perícia avalia provas e pode permitir a conversão do tempo especial em comum, alterando o cálculo do tempo total e do valor do benefício.

Atuamos nesses casos com estratégia clara, coleta de documentos (PPRA, PCMSO, ordens de serviço) e apoio online. Fundamentamos o pedido com art. 57 da Lei 8.213/1991 e Decreto 3.048/1999 (arts. 64 a 70) para proteger o seu direito.

Tempo rural e pesca artesanal: como comprovar e integrar ao pedido

Nosso trabalho começa por transformar registros dispersos em prova cronológica válida para o INSS. Quando a atividade ocorreu em regime de economia familiar, cada documento conta para somar ao seu tempo de contribuição.

Economia familiar, blocos e notas

Orientamos sobre os documentos-chave: bloco de produtor, notas fiscais, contratos de arrendamento e declarações sindicais. Reunimos e organizamos por safra para formar a linha do tempo do período rural.

Idade e carência do segurado especial

O tempo rural em economia familiar pode permitir benefício rural: homens 60 anos, mulheres 55 anos, com 15 anos de atividade. Explicamos como comprovar a carência exigida e checar a idade mínima aplicável ao seu caso.

Quando faltam documentos antigos, usamos prova testemunhal como início de prova material e buscamos registros em sindicatos e órgãos locais. Digitalizamos e enviamos tudo pelo Meu INSS para integrar o pedido sem falhas de documentação.

Quando a empresa não recolheu ao INSS ou não registrou o vínculo

Quando o empregador omite o registro ou deixa de recolher, o trabalhador precisa reunir prova firme do vínculo. Agimos de forma rápida para preservar o seu direito e orientar os passos administrativos e judiciais.

Provas laborais e responsabilização do empregador

Recomendamos coletar CTPS, contracheques, recibos, registros de ponto e e-mails corporativos. Fotos de crachás, ordens de serviço e comprovantes de pagamento ajudam muito.

Testemunhas com declarações detalhadas e firma reconhecida fortalecem o início de prova material. Também verificamos depósitos de FGTS como indício do vínculo.

A obrigação de recolher contribuições é do empregador; sua falta não elimina o direito do trabalhador ao benefício.

Reconhecimento do período trabalhado na via judicial

Quando a via administrativa não resolve, pedimos o reconhecimento do período na Justiça. A verdade material somada ao início de prova e aos depoimentos pode comprovar o período trabalhado.

Isso impacta diretamente o cálculo da aposentadoria e a concessão do benefício. Organizamos um roteiro de provas e damos suporte online ou presencial durante toda a análise do pedido.

Autônomo, MEI e empresário: regularização de contribuições e códigos

Erros de código e pagamentos mal registrados são causas frequentes de indeferimento para quem contribui por conta própria. Orientamos autônomos, MEIs e empresários na regularização das contribuições com atendimento claro e acompanhamento organizado.

Pagamentos retroativos, validação e códigos de recolhimento

É possível quitar valores atrasados e pedir validação, desde que apresentemos GPS, RPA ou recibos que comprovem a contribuição. Usar o código correto evita diferenças de alíquota e perda de tempo no sistema.

Quando necessário, abrimos pedido de Acerto de Vínculos e Remunerações com anexos completos para formalizar a validação junto ao INSS.

Como evitar falhas no cadastro e no sistema

Revisamos dados cadastrais e conferimos o CNIS periodicamente. Sugerimos um checklist mensal com checagem de pagamentos, códigos e documentos.

Oferecemos simulações para mostrar o impacto das regularizações no valor da aposentadoria e no prazo do pedido. Acompanhamos o processo até a atualização definitiva no sistema.

Para microempreendedores, veja orientações práticas em aposentadoria para MEI.

Recurso administrativo e revisão: caminhos para reverter o indeferimento

A resposta administrativa pode transformar um indeferimento em concessão quando a prova e a estratégia técnica se encontram. Nós preparamos recursos claros, anexamos documentos e acompanhamos cada passo para preservar seu direito.

Como interpor recurso no Meu INSS e à Junta de Recursos

No Meu INSS, abrimos recurso anexando documentos e uma exposição técnica que confronte o motivo do indeferimento com prova material. Se a instância local mantiver a decisão, encaminhamos à Junta de Recursos, órgão independente previsto na Lei 8.213/1991, art. 126.

Revisão do benefício e prazo decadencial

A revisão do benefício concedido pode ser requerida administrativa ou judicialmente. Atenção ao prazo decadencial de 10 anos, contado do primeiro pagamento (art. 103).

Nós orientamos quando reabrir o pedido com novos documentos ou insistir no recurso original. Calculamos o impacto de períodos reconhecidos no valor e na DIB.

Para casos complexos, oferecemos suporte online e triangulamos provas técnicas, súmulas e base legal. Veja um exemplo de atuação em caso de indeferimento em Curitiba em caso de indeferimento em Curitiba e como a revisão pode melhorar seu benefício.

Ação judicial: quando recorrer à Justiça Federal ou ao JEF

Quando a via administrativa se esgota, avaliamos a chance de levar o pedido ao Judiciário. Decidimos entre a Justiça Federal e o Juizado Especial Federal (até 60 salários mínimos) com base na complexidade do caso e no potencial de ganho.

Verdade material, início de prova material e testemunhas

O princípio da verdade material permite que o juiz reconheça períodos mesmo sem prova formal completa. O art. 55, §3º, da Lei 8.213/1991 autoriza o uso do início de prova material complementado por testemunhas idôneas.

Perícia judicial pode ser necessária para analisar saúde ou condições ambientais de trabalho. Testemunhas e documentos contemporâneos reforçam a narrativa e aumentam a chance de reconhecimento de tempo e de revisão de valores.

Como um advogado previdenciário fortalece o caso

Nossa atuação técnica organiza provas, cálculos e petições com estratégia processual. Informamos prazos, riscos e expectativa temporal com transparência.

Oferecemos atendimento presencial e online, com acompanhamento constante e contato por WhatsApp para atualizações. Representamos o cliente em todas as fases, buscando decisão favorável e retroatividade quando cabível.

Prevenção e planejamento: como evitar um novo benefício negado

Planejar antes de protocolar faz grande diferença. Nós priorizamos uma auditoria do CNIS, simulamos cenários e organizamos toda a documentação para reduzir falhas que levam ao indeferimento.

Auditoria do CNIS, simulações e organização

Realizamos revisão detalhada do CNIS para identificar lacunas e correções necessárias. Em seguida, fazemos simulações de regras — comum, especial, rural e de transição — para escolher a mais vantajosa.

Mantemos a documentação em ordem, com cópias legíveis de CTPS, holerites, GPS e PPP. Assim evitamos rasuras e inconsistências que atrasam a análise.

Planejamento do pedido e regras mais vantajosas

Alinhamos o momento do protocolo com a melhor regra de cálculo disponível para maximizar o valor. Também orientamos sobre validação de contribuições em atraso e correção de códigos.

Se desejar, agendamos revisões periódicas e oferecemos atendimento remoto ou presencial. Para quem precisa revisar tempo de contribuição, veja como avaliar tempo de contribuição e evitar surpresas.

Conclusão

Mesmo com decisão desfavorável, é possível reconstruir provas e reabrir o pedido.

Nós conduzimos o diagnóstico à solução com clareza e segurança. Revisamos o CNIS, organizamos documentos e usamos início de prova material e testemunhas para fortalecer o caso.

Há caminhos administrativos (art. 126) e judiciais que amparam o seu direito, além de prazo de revisão de até 10 anos (art. 103).

Se precisar, podemos revisar um cancelamento e orientar os próximos passos.

Oferecemos atendimento online e presencial. Fale conosco pelo WhatsApp para iniciar a análise do seu pedido sem burocracia.

FAQ

O que podemos fazer quando um pedido de aposentadoria é negado pelo INSS?

Devemos verificar o motivo detalhado da negativa no Meu INSS ou no extrato de análise. Em seguida, reunimos toda a documentação de comprovação (CTPS, contracheques, GFIP, GPS, PPP, LTCAT, certidões rurais) e avaliamos se cabe recurso administrativo, pedido de acerto de vínculos no CNIS ou ação judicial. É recomendável consultar um advogado previdenciário para orientar as medidas mais rápidas e eficazes.

O que significa “benefício indeferido” no Meu INSS?

Significa que o INSS concluiu pela falta de requisitos ou provas para a concessão. Pode envolver tempo de contribuição não computado, falta de documentação, divergência no cadastro nacional de informações sociais ou erro no preenchimento do pedido. Ao identificar o motivo, planejamos o próximo passo: recurso, correção do CNIS ou apresentação de provas complementares.

A negativa impacta o valor ou a data de início do benefício?

Sim. Um indeferimento pode atrasar a concessão e, dependendo do motivo, afetar o cálculo do tempo e da média salarial, reduzindo o valor. Ao corrigir o CNIS ou obter reconhecimento de períodos, podemos pedir revisão do cálculo e requerer pagamentos retroativos quando cabíveis.

Como consultar o pedido no Meu INSS e identificar o motivo da negativa?

Acessamos o Meu INSS com login gov.br, entramos em “Meus Benefícios” ou “Agendamentos/Solicitações” e abrimos o processo. Lá consta o motivo técnico do indeferimento e eventuais exigências. Salvamos todos os documentos e protocolos para acompanhamento e recursos.

Quando devemos ligar para a Central 135 e o que perguntar?

Ligamos para 135 quando há dificuldade de acesso ao Meu INSS, para confirmar prazos, pedir orientações sobre documentos exigidos ou protocolar pedidos. Perguntamos o número do processo, prazo de análise, exigências específicas e como anexar documentos corretamente.

Quais são as principais causas da negativa por tempo de contribuição insuficiente?

O INSS pode não computar períodos por falta de registro no CNIS, contribuições em atraso, vínculos não registrados pela empresa ou recolhimentos sob códigos incorretos. Também há casos de atividade especial não reconhecida por ausência de PPP/LTCAT ou documentação inconsistente.

Como as regras de idade mínima e transição podem levar à negativa?

Mudanças legislativas e regras de transição exigem cálculo específico de pontos, idade e tempo. Se o pedido não trouxer comprovação adequada dos períodos que entram na transição, ou se houver erro na contagem, o INSS pode indeferir. Devemos conferir as regras aplicáveis à data de entrada do requerimento.

O que fazer quando a documentação está incompleta, inconsistente ou com rasuras?

Reunimos documentos originais e cópias legíveis, solicitamos novas emissões de guias, certidões e holerites, e regularizamos alterações na carteira de trabalho. Caso haja rasuras, pedimos segunda via ou declaração oficial do empregador; quando isso não é possível, organizamos iniciativas para fortalecer início de prova material.

Como corrigir erros no CNIS que impedem a concessão?

Abrimos pedido de acerto no Meu INSS ou apresentamos requerimento em agência, anexando comprovantes (CTPS, GFIP, GPS, contrato de trabalho). Quando necessário, usamos ação judicial para inclusão de período. Acompanhe o protocolo e requeira prova de ciência do INSS sobre a alteração.

Como abrir um pedido de acerto de vínculo e remunerações no Meu INSS?

Entramos no Meu INSS, escolhemos “Novo Requerimento” e buscamos opção de “Acerto de Vínculos e Remunerações” ou “Atualização de CNIS”. Anexamos documentos que comprovem vínculo e salários e guardamos o número do protocolo para acompanhamento.

Quais documentos são essenciais para acerto: CTPS, GFIP, GPS, FGTS, CTC?

Devemos anexar carteira de trabalho (CTPS), guias de recolhimento (GPS), GFIP/SEFIP, comprovantes de FGTS, Comunicação de Trabalho Cessado (CTC) e contracheques. Em atividade especial, incluir PPP e LTCAT. Para trabalho rural, juntar blocos de produtor, notas fiscais e cadastro em sindicatos.

Existem prazos para análise do acerto no CNIS?

Sim. O INSS tem prazos internos, mas variam conforme complexidade e necessidade de diligência. Acompanhe pelo Meu INSS e solicite informações pela Central 135. Se houver demora excessiva, avaliamos medidas administrativas ou judiciais para garantir celeridade.

Quais provas são eficazes para construir início de prova material?

Carteira de trabalho, contracheques, recibos (RPA), declarações do empregador em papel timbrado, notas fiscais, registros em sindicatos, PPP, LTCAT e comprovantes de recolhimentos são essenciais. Organizamos cronograma de trabalho e correspondência entre documentos para fortalecer o pedido.

Como PPP e LTCAT ajudam em atividade especial?

PPP e LTCAT comprovam exposição a agentes nocivos e condições ambientais. Com laudos técnicos completos e assinados, podemos pedir reconhecimento do tempo especial, conversão em tempo comum e revisão do cálculo, quando o INSS deixou de considerar essas provas.

Que documentos rurais servem para provar tempo de trabalho no campo?

Blocos de produtor, notas fiscais de venda, recibos de comercialização, declarações de sindicato rural, cadastro do INCRA, contratos de arrendamento e comprovantes de vínculo familiar ajudam a demonstrar atividade rural ou pesca artesanal.

Como agir se a empresa não recolheu ao INSS ou não registrou o vínculo?

Reunimos provas do vínculo (contracheque, mensagens, testemunhas, documentos fiscais) e tentamos responsabilizar o empregador via ação trabalhista ou ação previdenciária. O Judiciário pode reconhecer o período e determinar os recolhimentos retroativos.

O que o trabalhador autônomo, MEI ou empresário deve regularizar para evitar negativas?

Devemos verificar o código de recolhimento correto, pagar guias em atraso, comprovar atividade com notas fiscais, contratos e recibos, e retificar eventuais erros no CNIS. Para MEI, manter DAS em dia evita perda de tempo de contribuição.

Como interpor recurso administrativo após indeferimento?

Protocolamos recurso pelo Meu INSS ou em agência, anexando documentos novos e argumentos técnicos. Se insuficiente, levamos o caso à Junta de Recursos do INSS. Mantemos controle de prazos e juntamos todas as provas que reforcem o direito.

Quando é indicado entrar com ação judicial na Justiça Federal ou no JEF?

Indicamos ação judicial quando esgotadas vias administrativas, houver prova material consistente e risco de demora excessiva no reconhecimento. No JEF, vale para valores de até o limite legal; na Justiça Federal, tratamos de casos mais complexos. Um advogado previdenciário orienta a melhor rota.

Como um advogado previdenciário fortalece o caso?

O advogado analisa o CNIS, organiza documentos, produz início de prova material, elabora perícias e petições, e representa o segurado em recursos administrativos e ações judiciais, aumentando as chances de reversão do indeferimento.

Como prevenir uma nova negativa no futuro?

Realizamos auditoria do CNIS, simulamos data de pedido e regras aplicáveis, organizamos toda a documentação e regularizamos contribuições antes do requerimento. Planejamento antecipado reduz erros e aumenta a probabilidade de concessão.

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