Você sabe quando alguém tem direito a um benefício por estar impossibilitado de trabalhar de forma definitiva?
Nós orientamos de forma direta e acessível desde a análise inicial até a solução do caso. Explicamos quem pode requerer, quais documentos são essenciais e por que a perícia médica é decisiva.
Garantimos acompanhamento no Meu INSS, preparação de provas médicas e revisão do histórico contributivo. Avaliamos questão de carência, qualidade de segurado e situações sem exigência de contribuição, como acidente de trabalho.
Mostramos também a mudança de nome do benefício após a reforma e por que muitos ainda dizem “invalidez”. Se preferir, consulte nosso guia prático e veja exemplos reais — ou tenha apoio jurídico para reduzir riscos.
Para quem precisa de orientações detalhadas sobre pedidos e documentos, oferecemos atendimento online e presencial. Saiba mais sobre requisitos e fluxo do INSS em nosso post sobre auxílio-doença sem contribuição recente: auxílio-doença sem contribuição recente.
O que é e como funciona a aposentadoria incapacidade permanente no INSS
Entenda quando o INSS reconhece que alguém não tem condições de trabalhar em definitivo. Nós orientamos de forma prática sobre cada etapa do pedido e do acompanhamento, presencial ou online, sempre com foco na segurança do cliente.
Incapacidade total e permanente x impossibilidade de reabilitação
A avaliação começa pela análise da existência da incapacidade. Em seguida, a perícia médica verifica se ela é temporária ou permanente e se há chance de reabilitação.
Quando não há possibilidade de reabilitação, o segurado pode ter a conversão do auxílio em aposentadoria. Para isso, é essencial laudos coerentes com o histórico clínico e ocupacional.
Benefício por incapacidade: quando vira aposentadoria
O pedido entra como “benefício por incapacidade”. Inicialmente pode resultar em auxílio-doença; a conversão ocorre quando a perícia atesta incapacidade permanente.
Os principais requisitos são: qualidade de segurado, carência quando exigida, documentação médica consistente e registro correto de vínculos e contribuições. Em casos de acidente de trabalho, o valor do benefício pode ter regras diferenciadas.
Aposentadoria Por Incapacidade: quem tem direito hoje
Explicamos de forma prática quem reúne o direito ao benefício quando a saúde impede o retorno ao trabalho de modo definitivo. Nós analisamos cada caso e indicamos os melhores passos no Meu INSS, com atendimento online ou presencial e suporte por WhatsApp.
Qualidade de segurado e período de graça
Tem direito quem comprova incapacidade total e permanente em perícia e mantém a qualidade de segurado. Esse status se dá por contribuição regular ou pelo período de graça após a última contribuição.
Verificamos vínculos e lançamentos no CNIS para evitar indeferimentos por falta de registro.
Carência mínima e exceções legais
A regra geral exige carência de 12 contribuições. Há exceções para acidente de trabalho, doença ocupacional e doenças listadas na Portaria MTP/MS nº 22/2022.
Nosso trabalho identifica se o caso se encaixa nas exceções e confere os requisitos específicos.
Documentos médicos e comprovação técnica
Laudos recentes, legíveis, com CID, data e assinatura com registro profissional aumentam a chance de concessão.
Também orientamos sobre anexar CAT, PPP ou LTCAT quando houver vínculo com atividade nociva e sobre a narrativa clínica que conecta exames, atestados e laudos.
Diferença entre aposentadoria por invalidez e auxílio-doença
Explicamos de forma clara quando o afastamento vira um benefício definitivo ou temporário.
Auxílio-doença cobre a incapacidade temporária: é pago enquanto o segurado precisa ficar longe do trabalho, em afastamentos superiores a 15 dias. A perícia avalia evolução clínica e possibilidade de reabilitação.
Aqui o vínculo empregatício costuma ser mantido e as reavaliações ocorrem com maior frequência. Isso permite acompanhar melhora e retorno progressivo às atividades.
Aposentadoria por invalidez exige incapacidade total e permanente, sem chance razoável de retorno. Nesse caso, o desligamento é comum e o benefício tem regras de cálculo e revisão distintas.
Caso a incapacidade inicialmente seja temporária, a conversão de auxílio-doença em aposentadoria ocorre quando a perícia conclui que a condição é permanente. Por isso, orientamos preparar documentação médica robusta e preservar continuidade do recebimento.
Nosso trabalho acompanha do pedido à conversão, evita erros comuns e reduz risco de indeferimento com suporte jurídico e revisão documental.
Perícia médica do INSS: como se preparar e o que esperar
A preparação faz diferença na avaliação pericial e pode acelerar a concessão do benefício. O INSS aceita o AtestMed quando a documentação comprova o quadro; caso contrário, agenda perícia presencial. Documento de identidade é obrigatório no dia do atendimento.
Laudos, atestados e exames que realmente ajudam
Reunimos laudos, atestados e exames recentes (até 90 dias) com CID, data e assinatura com registro profissional. Indicamos relatórios que descrevam limitações para atividades essenciais do trabalho.
Também orientamos a redigir um histórico clínico coerente: sintomas, tratamentos e impacto nas funções laborais. Essa conexão técnica fortalece a tese de incapacidade permanente e eventual pedido de aposentadoria invalidez.
Erros comuns na perícia que atrasam a concessão
Laudos ilegíveis, sem CID, sem prazo de repouso ou com assinaturas sem registro são causas frequentes de indeferimento. Evite rasuras, contradições e documentos desatualizados.
Na entrevista pericial, seja objetivo, mantenha consistência e foque nas limitações. Atualize documentos se houve agravamento entre o pedido e a data da perícia.
Estamos ao seu lado para organizar o dossiê, orientar a entrevista e reduzir riscos até a concessão.
Doenças que isentam a carência: o que diz a Portaria MTP/MS nº 22/2022
A Portaria MTP/MS nº 22/2022 lista doenças graves que dispensam a exigência de carência para pedidos relacionados à saúde. Essa regra vale tanto para auxílio inicial quanto para pedido de aposentadoria invalidez quando comprovada a gravidade.
Critérios e exemplos agudos
Para casos de acidente vascular encefálico e abdome agudo cirúrgico a Portaria exige demonstração de evolução aguda e critérios de gravidade. Laudos de neurologia e cirurgia devem mostrar início, evolução e intervenção.
Doenças crônicas e neoplásicas
Esclerose múltipla, neoplasia maligna e cardiopatia grave constam na lista e costumam dispensar carência quando há provas clínicas e de imagem coerentes.
O que reunir: relatórios de especialistas, exames recentes, prontuário hospitalar e CID correto. Mesmo com dispensa, é essencial manter a qualidade de segurado.
Orientamos instrução rápida no AtestMed e atenção ao preenchimento de data e CID para reduzir riscos de indeferimento.
Como solicitar aposentadoria por incapacidade no Meu INSS
Acompanhe o processo prático para registrar o pedido online e evitar rejeições por falhas no preenchimento. Nós ajudamos a cumprir cada etapa no Meu INSS, organizar anexos e revisar informações. Atendimento online e por WhatsApp facilita o acompanhamento.
Passo a passo atualizado do pedido pelo AtestMed
Acesse o Meu INSS, escolha “Benefício por Incapacidade” e indique o AtestMed quando aplicável. Atualize contatos e banco, anexe laudos e exames recentes (até 90 dias) e confirme o envio.
Reunimos e revisamos os documentos e checamos requisitos formais para reduzir chance de indeferimento.
Quando o INSS agenda perícia presencial
O INSS pode conceder o benefício apenas com a documentação. Se houver dúvidas, agenda perícia presencial. A perícia médica define se há conversão em aposentadoria invalidez.
Dicas para evitar indeferimentos por preenchimento
Informe corretamente DII, último dia trabalhado e tipo de empregador. Revise CNIS, vínculos e contribuições antes de enviar. Nós fornecemos checklist e orientação para cada campo sensível do pedido.
Quais documentos apresentar para o benefício por incapacidade
Organizar o dossiê com precisão é o primeiro passo para um pedido robusto. Nós montamos a documentação médica e trabalhista para que o INSS avalie com clareza.
Requisitos formais do atestado e laudo
Documentos médicos devem ser recentes (menos de 90 dias), legíveis e indicar CID, data de início do repouso e prazo estimado. Assinatura com registro profissional (CRM/CRO/RMS) e contato do especialista aumentam a validade.
Comprovação de vínculos e contribuições
CNIS consistente pode dispensar comprovantes. Se houver erro, anexamos CTPS, TRCT, GPS, RPA e comprovantes de retenção. Incluímos também comprovante do último dia trabalhado e indicação da categoria do vínculo.
Orientamos anexar exames, relatórios e pareceres que conectem a doença às atividades laborais. Salvamos arquivos em formatos aceitos e com nomes claros para facilitar a conferência. Antes do envio, revisamos todo o dossiê para evitar documentos ilegíveis ou sem CID que possam prejudicar o benefício.
Quando começa o pagamento: datas de início do benefício
Vamos esclarecer quando começa a primeira parcela do benefício e como o INSS fixa a DIB em cada situação. Isso evita surpresa no valor ou na data de depósito.
Vínculos empregados, contribuinte individual, avulso e facultativo
Para empregado, a regra usual é que o pagamento comece no 16º dia do afastamento. Se houver mais de 30 dias entre o afastamento e a DER, a DIB passa a ser a data de entrada do requerimento.
No caso de avulso, contribuinte individual, especial e facultativo, a DIB será a data de início do afastamento (DII) ou, se a DER ocorrer depois de 30 dias, a data do pedido.
Conversão após auxílio-doença: efeitos financeiros
Quando o auxílio-doença é convertido, o pagamento da nova regra normalmente começa a partir da cessação do benefício anterior, sem perda automática de parcelas. Cuidamos para que a transição seja contínua.
Orientamos reunir documentos que comprovem o afastamento, a data de cessação e os comprovantes bancários. Revise a carta de concessão para conferir a DIB e, se necessário, impugnamos administrativamente para corrigir erros de registro.
Como é calculado o valor da aposentadoria após a Reforma da Previdência
Explicamos, com números e exemplos, como a reforma alterou o cálculo do benefício.
Média desde julho de 1994
O ponto de partida é a média de todos os salários de contribuição desde julho 1994. Calculamos a soma dos salários e dividimos pelo número de meses válidos para obter a base.
Aplicação do coeficiente
Sobre essa média aplica-se um coeficiente inicial de 60%. Em seguida somam-se 2% por ano que ultrapassar o tempo mínimo: 20 anos para homens e 15 anos para mulheres.
Exceções e direito adquirido
Quando a incapacidade decorre de acidente, doença profissional ou do trabalho, o coeficiente sobe para 100% do salário de benefício. Quem já cumpriu requisitos antes de 13/11/2019 pode manter o cálculo antigo (média dos 80% maiores salários).
Revisamos cálculos, conferimos CNIS e checamos salários e contribuições. Orientamos como contestar a carta de concessão e simulamos cenários para maximizar o valor final.
Grande invalidez: adicional de 25% e quando solicitar
Quando a perda de autonomia exige cuidado contínuo, existe um adicional de 25% previsto em lei para quem recebe aposentadoria invalidez e depende de assistência permanente.
O Art. 45 da Lei 8.213/91 garante o acréscimo, aplicado segundo exemplos do Anexo I do Decreto 3.048/99: cegueira total, paralisia de dois membros, perda de membros sem possibilidade de prótese, entre outros. O STF limita esse adicional aos casos de aposentado com invalidez.
Quem tem direito e exemplos do Decreto
Quem tem direito: o aposentado que comprovar necessidade de cuidador permanente. Exemplos do decreto ajudam a orientar a perícia médica e a documentação.
Como comprovar a necessidade de assistência permanente
Orientamos a preparar relatórios médicos que descrevam dependência para banho, alimentação e locomoção. Reunimos laudos, pareceres multidisciplinares (neuro, orto, psiquiatria) e relatórios funcionais do cuidador.
O pedido exige perícia médica específica e documentos atualizados. Se a necessidade surgir após a concessão, instruímos o requerimento e recursos. Saiba como solicitar o adicional em: solicitar acréscimo de 25%.
Reavaliações, pente-fino e casos de dispensa de perícia
O INSS realiza revisões e pente-fino para confirmar o direito ao benefício. Essas convocações exigem resposta dentro do prazo indicado e apresentação de documentos atualizados.
Convocações periódicas e como responder
As notificações chegam por carta, SMS ou pelo Meu INSS. Responder rápido evita suspensão ou cessação do pagamento.
Nós acompanhamos convocações, preparamos as respostas e ajudamos a anexar laudos e exames recentes.
Isenções: 55+ com 15 anos em benefício, 60+ e HIV/Aids
Estão dispensados da perícia segurados com 60 anos ou mais; quem tem 55 anos e recebe o benefício há pelo menos 15 anos; e portadores de HIV/Aids, segundo diretrizes atuais.
Quando houver convocação, atualize relatórios com CID, datas e assinatura profissional. A ausência sem justificativa pode gerar suspensão.
Explicamos a diferença entre revisão administrativa e manutenção rotineira. Monitoramos notificações no Meu INSS, gerenciamos prazos e orientamos recursos quando houver negativa.
Cancelamento, cessação e como recorrer
Saiba como agir quando o pagamento do benefício é interrompido ou cancelado pelo INSS. A suspensão pode ocorrer por recuperação da capacidade, retorno ao trabalho, falecimento, ausência à perícia ou suspeita de fraude.
Recuperação, retorno ao trabalho e falecimento
Se a perícia entender que houve recuperação, o pagamento cessa. O retorno ao trabalho também interrompe o benefício imediatamente.
Em caso de falecimento, orientamos os dependentes sobre documentação e prazos para requerer pensão. Atuamos para preservar direitos e efeitos financeiros.
Recurso administrativo, judicial e novo pedido
Atuamos em recursos administrativos e ações judiciais, mapeando provas e estratégias para restabelecer ou garantir o benefício, com transparência e acompanhamento constante.
Para recorrer no INSS, é essencial identificar a fundamentação da decisão e juntar relatórios médicos atualizados, exames e prontuários. Respeitar prazos processuais preserva efeitos financeiros.
Quando o caminho administrativo esgota-se, avaliamos a viabilidade judicial e as provas que reforçam o direito. Em casos de indeferimento, orientamos como apresentar um novo pedido evitando erros anteriores.
Conversão de auxílio-doença em aposentadoria por incapacidade permanente
Quando o quadro clínico não melhora, é preciso avaliar a transição do auxílio-doença para uma situação definitiva. Nós conduzimos essa conversão com foco técnico, para reduzir risco de suspensão e proteger a renda do segurado.
Quando a incapacidade deixa de ser temporária
A conversão ocorre quando a perícia atesta ausência de reabilitação razoável. É necessária nova avaliação médica e documentos que mostrem falha terapêutica e limitações funcionais persistentes.
Checklist de atualização documental para a conversão
Documentos essenciais: laudos recentes (CID, assinaturas e registros), histórico de tratamentos, relatórios de especialistas e exames de imagem.
Incluímos descrição do impacto ocupacional e pareceres que demonstrem impossibilidade de reabilitação em outra atividade.
Também verificamos DII, data de cessação do auxílio e a DIB proposta, revisamos o CNIS e orientamos como evitar “buracos” de pagamento.
Nossa equipe atualiza arquivos, protocola o pedido e acompanha a decisão via atendimento online e por WhatsApp, garantindo segurança durante toda a transição.
Como nós ajudamos: orientação simples, online ou presencial, com foco em segurança
Nossa equipe acompanha cada etapa do processo com foco em segurança e comunicação direta. Avaliamos o direito do segurado e montamos um plano claro, passo a passo.
Thays Caruano Advocacia: previdenciário e questões cíveis do dia a dia
Somos especializados em previdência social e em demandas que afetam a rotina da pessoa. Atuamos em aposentadoria invalidez, revisões, benefícios e pensões. Também cuidamos de casos cíveis: família, consumo, contratos e prevenção de litígio.
Transparência, acompanhamento constante e contato por WhatsApp
Metodologia: organizamos o dossiê médico e contributivo, revisamos CNIS e simulamos cenários para reduzir risco de indeferimento. Procedemos com controle de prazos e relatórios periódicos.
Operamos online e presencial, com fluxo ágil por WhatsApp para documentação e atualizações. Atuamos em recursos administrativos e, quando preciso, na via judicial.
Convite: conte com nossa avaliação inicial objetiva. Entre em contato por WhatsApp para orientação prática e segura.
Erros que reduzem o valor do benefício e como evitá-los
Erros no registro de contribuições costumam reduzir o benefício final e são fáceis de evitar com revisão prévia.
Contribuições não lançadas no CNIS e salários de contribuição
Salários de contribuição ausentes diminuem a média usada no cálculo e reduz o valor recebido. Revisamos o CNIS e comparamos com CTPS, GPS e RPA para preencher lacunas.
Documentos úteis: carteira de trabalho, recibos de contribuição, contratos e comprovantes de pagamento.
Comprovação do tempo e atenção à data de início da incapacidade
A DII define DIB e pode alterar efeitos financeiros. Atualizar a data quando houver evolução clínica evita perda de parcelas.
Verificamos anos contribuição, períodos especiais e vínculos informais. Também revisamos a carta de concessão e o cálculo do coeficiente e da base de média.
Antes do pedido ou recurso, sugerimos uma auditoria documental. Nós oferecemos suporte técnico para retificar o histórico contributivo e maximizar o valor aposentadoria invalidez no seu caso.
Conclusão
Terminamos com orientações objetivas para consolidar o pedido e preservar a renda enquanto o processo avança.
Recapitulamos os requisitos-chave: incapacidade permanente atestada em perícia, qualidade de segurado, carência quando exigida e documentação médica robusta.
Destacamos diferenças práticas entre incapacidade temporária e a situação definitiva, a importância dos laudos com CID e o papel da perícia para evitar indeferimentos.
Revise CNIS, DII/DIB e cálculos após a reforma. Mantenha um arquivo organizado de exames, atestados e comprovantes de vínculos.
Se deseja avaliar seu caso e solicitar aposentadoria, entre em contato. Oferecemos orientação segura, online e por WhatsApp até a solução final.
