Você sabia que um pequeno ajuste no seu histórico de pagamentos pode elevar o valor da sua aposentadoria?
Nós explicamos, de forma direta e prática, quando vale a pena fazer a complementação do salário e quando é necessário ajustar a alíquota.
Após a reforma de 13/11/2019 (EC 103/2019) e a Portaria 450/2020, contribuições abaixo do mínimo não contam para nenhum fim, por isso é essencial entender regras e prazos.
Mostramos como usar o serviço “Ajustes para alcance do salário mínimo” no Meu INSS, quando emitir DARF 1872 via Sicalcweb para competências anteriores e por que a guia do INSS é obrigatória para complementação de alíquota.
Nossa equipe de direito previdenciário analisa seu CNIS, calcula impacto das correções e monta um plano sob medida. Atendemos presencialmente e online, com orientação clara e acompanhamento contínuo via WhatsApp.
Por que pensar em Complementar Contribuição agora
Um mês com base abaixo do mínimo pode reduzir meses válidos e afetar seu benefício. Após a reforma previdência de 13/11/2019, contribuições inferiores ao salário mínimo não são computadas para nenhum fim.
Isso significa perda direta no tempo de contribuição e no valor do benefício. Meses que parecem registrados podem não somar para aposentadoria, atrasando seu pedido ou tornando-o inviável.
Nós oferecemos análise inicial objetiva, avaliando quanto essa lacuna muda o valor e o cronograma para se aposentar. Atuamos online e presencial, com orientação didática e acompanhamento via WhatsApp.
Impactos práticos
Agir agora evita perda de meses importantes e protege sua carência. Em muitos casos uma complementação pontual ou o uso de excedentes resolve o problema sem gastos excessivos.
Verificamos o CNIS, indicamos quando agrupar competências e explicamos riscos de reduzir salários maiores. Para ver exemplos práticos, acesse nossa análise sobre aposentadoria por tempo de contribuição em casos reais.
O que é complementação: salário de contribuição x alíquota
Distinguir base salarial de porcentagem paga é essencial para decisões seguras sobre seu recolhimento. Aqui explicamos, de forma prática, quando ajustar a base do mês e quando aumentar a alíquota.
Quando a base ficou abaixo do salário mínimo
Complementação do salário ajusta a base do mês até o salário mínimo quando a remuneração registrada ficou aquém. Sem isso, meses podem não contar para o tempo contribuição nem para a aposentadoria.
Isso vale para empregado após 13/11/2019, e sempre para contribuintes individuais e facultativos. Verifique o CNIS e o salário mínimo da competência antes de pagar.
Quando a alíquota foi reduzida e precisa chegar a 20%
Alguns segurados recolhem pelo MEI (5%), baixa renda (5%) ou plano simplificado (11%). Nesses casos, a complementação da alíquota eleva o percentual para 20% quando o objetivo é computar tempo por regra de contribuição.
Antes de agir, confira se o valor já pago, o código de recolhimento e se há contribuições abaixo do mínimo. Avaliamos cada caso e conduzimos o procedimento pelo canal correto, evitando pagamentos em código errado ou sobre valor desnecessário.
Regras após a Reforma da Previdência: o que mudou desde 13/11/2019
Desde 13/11/2019, a EC 103/2019 e a Portaria 450/2020 trouxeram regra clara: quando o registro do mês fica abaixo do salário mínimo, aquele mês não conta para nenhum fim.
Contribuições abaixo do mínimo não contam para nenhum fim
Sem salário mínimo por competência, não há contagem para tempo, carência, valor do benefício ou manutenção da qualidade de segurado.
Isso significa que contribuições abaixo salário mínimo não validam o mês, mesmo que apareçam no CNIS.
Empregado, contribuintes individuais, facultativo e MEI: diferenças práticas
O empregado costuma ter recolhimento via folha, mas precisa checar salários contribuição e meses com valor menor que o mínimo.
Contribuintes individuais e facultativos devem acompanhar o mínimo mensalmente para preservar tempo contribuição.
MEI e planos de baixa renda exigem atenção distinta: para regras por tempo, é comum precisar ajustar a alíquota — tema da seção específica.
Quando complementar, agrupar ou usar excedentes é permitido
O Meu INSS permite, para competências a partir de 11/2019, complementar, agrupar contribuições ou usar excedentes no mesmo ano-calendário.
Agrupar contribuições soma salários contribuição do ano, mas pode reduzir o número de competências válidas.
Usar excedentes diminui o valor-base do mês doador, por isso é preciso avaliar se o efeito no valor final compensa.
Para cada caso, priorizamos o menor custo com maior ganho previdenciário e elaboramos plano seguro. Se quiser entender opções mesmo sem histórico de trabalho, veja como proceder em nunca trabalhou mas quer contribuir.
Diagnóstico no CNIS: como identificar contribuições abaixo do salário
Detectar meses com remuneração menor que o mínimo é o primeiro passo para evitar perda de contagem. No Meu INSS acesse o extrato CNIS em “Relações Previdenciárias e Remunerações” e verifique a coluna remuneração, mês a mês.
Valide, por competência, se o registro ficou abaixo do salário mínimo daquele período. Isso revela contribuições abaixo salário que podem anular o mês para tempo contribuição e benefício.
Confira vínculos e categorias: empregado, contribuinte individual, facultativo ou MEI. Veja também os códigos de recolhimento e os valores de salários contribuição.
Salve evidências — contracheques, RPA, notas fiscais e guias — antes de qualquer pagamento. Erros cadastrais como NIT ou CNPJ distorcem o CNIS e devem ser corrigidos primeiro.
Organize uma planilha por competências, salário mínimo do ano e diferença apurada. Quando tiver dúvidas, abrimos o requerimento de ajuste no Meu INSS ou aguardamos análise técnica, conforme o impacto no valor e no tempo.
. Oferecemos revisão técnica do CNIS e acompanhamento online ou presencial para estruturar o pedido com segurança.
Como calcular o valor da complementação de salário de contribuição
Calcular quanto falta para igualar um salário registrado ao mínimo é mais simples do que parece. Apresentamos uma fórmula direta para você conferir o valor a pagar e evitar gastos desnecessários.
Fórmula prática
Valor da complementação = (salário mínimo da competência − salários contribuição já recolhidos) × alíquota aplicável.
Verifique no CNIS a diferença por competência e use o salário mínimo daquele mês antes de calcular.
Alíquotas aplicáveis
Empregado: 8% para competências até fev/2020 e 7,5% a partir de mar/2020.
Contribuinte individual/facultativo: 20%.
Juros, correção e exemplo
Se pagar fora do vencimento, acrescente juros e correção pelo período. Isso altera o valor contribuição final.
Exemplo rápido: diferença de R$1.000 × 7,5% = R$75 (mais juros se houver atraso).
Priorize o guia correta e o código certo para não pagar sobre valor errado. Para competências a partir de 11/2019, use Meu INSS; para anteriores, Sicalcweb/DARF. Oferecemos conferência técnica e emissão das guias para garantir segurança no recolhimento e no tempo contribuição.
Complementar Contribuição pelo Meu INSS para competências a partir de 11/2019
O serviço “Ajustes para alcance do salário mínimo – Emenda Constitucional 103/2019” no Meu INSS abre caminho para regularizar meses com registro abaixo do mínimo. Ele indica as opções permitidas e gera a guia quando a alternativa escolhida exige pagamento.
Serviço “Ajustes para alcance do salário mínimo – EC 103/2019”
O sistema oferece três caminhos: emitir guia para pagar a diferença; usar excedentes de competências do mesmo ano; ou agrupar competências daquele ano para formar meses válidos.
Escolhas do sistema: complementar, agrupar competências ou usar excedentes
O sistema mostra o passo a passo para selecionar o ano e as competências com contribuições abaixo do mínimo. Após confirmar, o ajuste é processado e não pode ser revertido.
Recomendamos avaliar a diferença, o impacto na média salarial e no tempo contribuição antes de aceitar. Nossa equipe faz a conferência técnica, simula o efeito no valor do benefício e acompanha o protocolo até a baixa.
Atendemos online e presencial e mantemos atendimento por WhatsApp para esclarecer dúvidas durante o processo.
Como complementar competências anteriores a 11/2019 via Receita (Sicalcweb)
Quando o registro do mês ficou abaixo do mínimo antes de 11/2019, o Sicalcweb permite pagar a diferença corretamente. Nós orientamos passo a passo para evitar erros no recolhimento que prejudiquem seu tempo de serviço.
Emissão do DARF código 1872: período de apuração, vencimento e cálculo
No Sicalcweb preencha CPF, data de nascimento e município. Escolha o código de receita 1872 e informe o período de apuração (mês/ano) correspondente à competência.
O vencimento padrão é o dia 15 do mês seguinte à competência. Insira a diferença apurada entre o salário mínimo da competência e o valor registrado, aplicando a alíquota correta.
Calcule juros e correção se houver atraso. Repita o processo para cada competência antiga que precise de ajuste e confira o salário mínimo específico de cada mês antes de gerar o DARF.
Verifique no CNIS se o valor registrado bate com o que será pago. Não use DARF 1872 para aumentar alíquota de MEI ou plano simplificado — essa guia é emitida pelo INSS.
Nós revisamos cálculos, emitimos DARFs e anexamos comprovantes ao processo. Consulte nossos serviços para acompanhamento completo e garantia de que o pagamento some ao seu tempo de benefício.
Alternativas à complementação: agrupar contribuições e usar excedentes
Nós orientamos escolhas estratégicas entre pagar a diferença, agrupar meses ou usar excedentes. Cada alternativa tem impacto distinto no tempo e no valor final da aposentadoria.
Limites por ano e efeitos no tempo de contribuição
O sistema permite agrupar contribuições e usar excedentes apenas dentro do mesmo ano‑calendário. Isso pode reduzir o número de competências válidas ao formar meses completos.
Em alguns casos, o agrupamento soma salários contribuição e cria meses úteis sem pagar sobre valor adicional. Mas a troca pode diminuir a média salarial e afetar o benefício.
Prós e contras de reduzir salários maiores para completar menores
Vantagem: economiza no recolhimento e preserva meses.
Risco: esvaziar um mês com boa remuneração reduz a média e pode tirar ganho em valor.
Indicamos simulações por competência para comparar custo do pagamento, uso de excedentes e efeito no tempo. Nós conduzimos o pedido no Meu INSS, monitoramos o protocolo e validamos o CNIS após a escolha.
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Complementação de alíquota: MEI, baixa renda e plano simplificado
Quando o recolhimento foi feito por MEI, plano simplificado ou baixa renda, muitas vezes é preciso elevar a alíquota para que o período conte para a aposentadoria por tempo.
De 5%/11% para 20%: quando a regra por tempo exige ajustar
MEI e segurados de baixa renda que pagam 5%, e quem usa o plano simplificado (11%), não validam meses para tempo contribuição sem completar para 20%.
Exemplo: dois anos pagos a 5% exigem complementar 15% sobre o salário mínimo de cada competência para somar ao tempo.
Guia emitida pelo INSS e cuidados para não pagar em código/modalidade errados
A guia válida deve ser emitida pelo INSS (GPS). Pagamentos via DARF por conta própria podem não ser aceitos, gerando perda do recolhimento sobre valor correto.
Antes de pagar, nós analisamos o caso, solicitamos a emissão da GPS pelo Meu INSS e orientamos onde anexar comprovantes ao processo. Jurisprudência aceita ajuste no curso do pedido, mas é essencial guardar as guias e conferir o CNIS após a baixa.
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Erros comuns e decisões estratégicas: quando não complementar e descartar salários
Antes de pagar qualquer diferença, é essencial medir se o ajuste melhora de fato o seu benefício. A EC 103/2019 permite descartar salários que prejudicam a média, mas isso elimina o mês para todo fim.
Descartar remunerações que derrubam a média x manter para elevar alíquota
Manter meses com valores baixos pode aumentar o tempo de serviço e melhorar a alíquota utilizada no cálculo. Porém, isso pode reduzir a média salarial e, portanto, o valor do benefício.
Descartar salários ruins eleva a média, mas o mês deixa de contar para tempo contribuição e carência. Avaliamos caso a caso para decidir.
Riscos de pagar a mais sem ganho real no benefício
Complementar sem simulação é um erro comum. Pagamentos impulsivos geram custos e nem sempre aumentam o valor final do benefício.
Indicamos simular variações da média, do tempo e do valor benefício antes de qualquer recolhimento. Em baixa renda ou plano simplificado, elevar a alíquota só compensa se a regra por tempo trouxer ganho real.
Como procedemos: revisamos o CNIS, simulamos cenários e entregamos um relatório com recomendação. Se quiser ver riscos frequentes, consulte nossa análise sobre erro comuns que podem reduzir sua.
Conclusão
Planejar ajustes no recolhimento garante que o tempo de serviço realmente conte para fins previdenciários. Avaliamos quando o pagamento deve visar o salário mínimo ou a elevação da alíquota, e comparamos agrupar meses ou usar excedentes para obter o melhor resultado.
. Reforçamos que, após 13/11/2019, contribuições abaixo do mínimo não contam para nenhum fim. Para competências pós‑reforma usamos Meu INSS; para anteriores, Sicalcweb/DARF 1872. Para casos de MEI ou baixa renda, a emissão da GPS pelo INSS é essencial.
Simulamos o impacto no valor do benefício, revisamos o CNIS e oferecemos plano personalizado. Atendemos presencial e online, com transparência e suporte por WhatsApp. Saiba mais sobre ajustes em contribuições abaixo do salário mínimo e fale conosco para avaliar seu caso.
