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Perícia Feita, como acompanhar o resultado

Formas legais de contribuição para quem não tem registro formal

O seu benefício foi liberado ou ainda falta algo para resolver? Nós, da Thays Caruano Advocacia, vamos guiar você passo a passo. Explicamos de forma direta como checar o resultado da perícia no mesmo dia e o que fazer se surgir exigência.

O resultado perícia costuma aparecer até as 21h e pode ser consultado pelo aplicativo e site Meu INSS ou pelo telefone 135. Se houver pendência de dados ou documentos, o INSS pode pedir um acerto pós-perícia antes de liberar o benefício.

Mostramos como identificar no sistema se seu processo exige acerto, quais documentos (CTPS, DUT) são mais comuns e os formatos aceitos para envio. Também citamos prazos típicos: análise de 5 a 30 dias, com possíveis atrasos.

Nós trabalhamos com clareza e comunicação via WhatsApp, apoiando desde a triagem até a solução. Acompanhe as orientações para evitar retrabalho e acelerar a decisão sobre o seu direito.

Entenda o resultado da perícia do INSS e quando ele costuma sair

Geralmente o laudo da perícia é disponibilizado ao segurado ainda no dia do exame. O resultado perícia costuma aparecer no sistema até as 21h, podendo ser consultado pelo site e app Meu INSS.

Resultado até as 21h: como verificar no mesmo dia

Acesse Meu INSS, abra “Agendamentos e Solicitações” e verifique se o laudo já foi anexado. Se o resultado não estiver visível, registre horário e protocolo para controle do processo.

Meu INSS e telefone 135: canais oficiais para consulta do laudo e status

Quando o site estiver instável, ligue para o telefone 135 (seg. a sáb., 7h às 22h) para confirmar o status. Em alguns casos o sistema atrasa por volume, revisão manual ou atualização.

O INSS pode solicitar acerto ou acerto pós-perícia quando há inconsistências cadastrais ou falta de documentos. Nesses casos, o pagamento do benefício só sai após regularização.

Por isso, recomendamos checar diariamente nos primeiros dias, manter dados Gov.br atualizados e guardar protocolos. Nossa equipe mantém contato via WhatsApp para esclarecer cada etapa.

Acompanhamento pós-perícia: o que significa e por que pode ser necessário

O rótulo “Acerto Pós-Perícia” indica que há necessidade de correção antes da liberação do benefício. Em muitas situações, o laudo médico existe, mas o processo segue retido por questões administrativas.

Quando aparece “Acerto Pós-Perícia” no Meu INSS

Esse status surge quando o sistema identifica divergência em dados cadastrais (nome, CPF, NIT), falha em vínculos no CNIS ou documentos em falta. O pós-perícia inss também ocorre se contribuições estão abaixo do mínimo ou se há dúvida sobre baixa renda.

Pendências cadastrais, trabalhistas e de contribuições que travam a concessão

As pendências mais comuns incluem erros cadastrais, vínculos ausentes, remunerações divergentes e ausência de CTPS ou DUT. Mesmo com parecer favorável da perícia, o benefício pode ficar retido até o acerto.

Nós atuamos desde a identificação da pendência até a regularização. Orientamos quando é necessário fazer acerto, quais dados preparar e como registrar cada contato no processo para preservar prazos e o pagamento retroativo.

Passo a passo prático para acompanhar o resultado e o andamento no Meu INSS

Veja um passo a passo direto para checar o andamento do seu pedido no Meu INSS. Acesse o site ou o aplicativo e abra “Agendamentos/Solicitações”.

Como localizar seu pedido, status e exigências abertas

Na lista, busque o protocolo do pedido e clique em detalhes. Verifique a aba “Exigências” para ver documentos solicitados.

Se houver exigência, orientamos como organizar os arquivos e anexar no campo correto para evitar erro comum de envio.

Como ler o laudo e identificar concessão, indeferimento ou pendência

O laudo indica se a perícia resultou em concessão, indeferimento ou exigência de acerto. Leia com atenção a justificativa.

Salve capturas de tela e protocolos para registrar o processo. Isso ajuda a comprovar envio e prazos.

Alternativas de acompanhamento: ligação ao 135 e ida à agência

Se o sistema não atualizar, ligue para o telefone 135 com o número do protocolo. O atendente confirma status e prazos.

Quando for necessário comparecer à agência, leve documentos originais e digitais, inclusive a carteira trabalho. Agende antes para evitar deslocamento em vão.

Oferecemos suporte online e presencial em cada etapa, orientando como fazer acerto no próprio requerimento e quando buscar atendimento presencial.

Principais motivos de acerto pós-perícia e como regularizar cada situação

Listamos os motivos mais comuns que fazem o processo ficar retido e como agir para cada um deles.

Erros cadastrais: nome, CPF, NIT e dados divergentes

Erros em nome ou CPF geram exigência imediata. Orientamos obter documento oficial atualizado e solicitar correção no órgão competente.

Quando há divergência entre bases, enviamos comprovante com identificação e protocolo de retificação para evitar nova pendência.

Vínculos e remunerações no CNIS

Vínculos ausentes ou salários divergentes exigem CTPS, holerites ou declaração do empregador. Atualizar os dados do empregador no CNIS costuma resolver o problema.

Contribuições abaixo do mínimo e baixa renda

Se as contribuições estão incompletas, orientamos como complementar e apresentar comprovantes. Em alguns casos, a validação de baixa renda é alternativa válida.

Documentos faltantes: DUT, comprovantes rurais e MEI

DUT, comprovantes de atividade rural e documentos de MEI são itens que travam concessão do benefício. Reunimos cópias legíveis, indexamos e enviamos no formato exigido.

Em caso de dúvida, fazemos acerto pós-perícia com estratégia personalizada, organizando um dossiê com capa e sumário para agilizar a análise do processo.

Documentos necessários para o pós-perícia INSS e como preparar os arquivos

Reunimos a lista mínima de documentos que costumam ser pedidos pelo INSS para resolver pendências do processo. Tenha em mãos RG/CNH, CPF, carteira trabalho (CTPS), comprovante de residência e laudos ou exames recentes.

Lista-base

Documentos frequentes: RG, CPF, CTPS, comprovantes médicos, DUT, guias de recolhimento, holerites e autodeclaração rural. Inclua também documentos do empregador quando solicitados.

Padrões de envio e digitalização

Formatos aceitos: pdf, png, bmp, jpg, jpeg, tif e tiff. Cada arquivo pode ter até 5 MB.

Dicas simples: fotografe em ambiente claro, sem reflexos, todas as páginas completas e legíveis. Converta para PDF quando necessário mantendo boa resolução.

Organização prática: nomeie arquivos com o tipo e data (ex.: RG_Nome_2025.pdf), crie pastas por assunto e anexe um índice com breve justificativa. Isso facilita a conferência do analista e reduz novas exigências.

Por fim, verifique o registro do envio no sistema e guarde o protocolo. Se precisar, consultamos e orientamos o envio correto e seguro, inclusive sobre a forma de anexar no requerimento. Veja também nossa página sobre idade para aposentadoria em informações relacionadas.

Como fazer o acerto pós-perícia pelo Meu INSS de forma segura

Explicamos de forma prática como enviar documentação e justificar a correção no Meu INSS. Primeiro, localize o requerimento que contenha “(Acerto Pós-Perícia)” na lista de solicitações.

Abrindo o requerimento correto e anexando os documentos

Acesse o item e entre em “Anexos”. Prefira arquivos em PDF e verifique legibilidade. Cada arquivo não deve ultrapassar o limite permitido pelo aplicativo.

Nomeie os arquivos com tipo e data (ex.: CTPS_Pessoa_2025.pdf) e faça upload nas seções indicadas. Confirme se o sistema registrou o envio e salve o protocolo.

O que escrever no campo de justificativa para evitar novas exigências

Use uma justificativa curta e objetiva. Siga este roteiro: contextualização breve, descrição da pendência, lista dos anexos e pedido claro.

Exemplo: “Envio CTPS (Anexo 1), holerite (Anexo 2). Corrige vínculo X no CNIS. Solicito atualização para liberação do benefício.”

Evite abreviações, refira páginas quando necessário (ex.: “Anexo 1 — CTPS, págs. 2-4”) e mantenha coerência entre documentos e texto.

Nós atuamos lado a lado: conferimos anexos, redigimos a justificativa e acompanhamos o retorno pelo aplicativo e telefone 135, priorizando segurança e transparência no processo.

Prazos, acompanhamento e o que fazer se o resultado não sair

O tempo de análise varia: a regra prática é 5 dias úteis após envio da documentação, podendo chegar a 30 dias ou mais.

O atraso ocorre por alto volume, revisão manual, atualização do sistema ou problemas na documentação. Em alguns casos, o INSS pode pedir novo acerto ou solicitar nova perícia.

Prazos usuais e motivos de atraso

Normalmente o prazo vai de 5 a 30 dias. Quando o processo extrapola esse tempo, o segurado deve reunir provas do prejuízo e do excesso de prazo.

Medidas para destravar o processo

Orientamos registrar reclamação na ouvidoria via 135, apresentar pedido administrativo de urgência no aplicativo ou na agência e solicitar reavaliação médica quando indicada.

Se houver demora injustificada, avaliamos a necessidade de Mandado de Segurança para compelir a análise. Organize um dossiê com protocolos, laudos e comprovantes para fundamentar o pedido.

Para entender melhor o conceito e soluções práticas, veja nosso guia sobre acerto pós-perícia e orientações sobre auxílio-doença sem contribuir recentemente. Manter documentação completa reduz retrabalho e acelera a concessão do benefício.

Como a Thays Caruano Advocacia ajuda no acompanhamento pós-perícia

Oferecemos orientação prática e clara para que o segurado saiba exatamente o que fazer após a perícia. Nossa atuação protege seu direito e busca acelerar a concessão do benefício.

Análise do processo, estratégia e comunicação sem jargões

Primeiro, analisamos o processo e identificamos pendências em documentos e vínculos. Em seguida, definimos a estratégia mais eficaz para cada caso.

Traduzimos termos técnicos em linguagem simples para decisões seguras. Mantemos você informado sobre o andamento e prazos.

Atendimento online ou presencial, com contato via WhatsApp

Atendemos presencialmente na agência quando necessário e também por canais digitais. O suporte via WhatsApp garante atualizações rápidas.

Se for preciso, acionamos medidas administrativas (ouvidoria, urgência) ou judiciais, sempre com transparência. Para iniciar o contato e mapear os próximos passos, clique em fale conosco.

Conclusão

Para encerrar, reforce que agir rápido ao ver uma pendência aumenta as chances de concessão do benefício. Verifique o resultado no sistema e, se houver exigência, faça o acerto com documentação organizada. Prazos de análise vão de 5 a 30 dias; atrasos são possíveis.

Motivos frequentes que travam o processo incluem CPF/NIT divergente, vínculos no CNIS, CTPS/DUT faltantes e contribuições abaixo do mínimo. Em caso de demora, há caminhos: ouvidoria, pedido de urgência, nova perícia ou Mandado de Segurança.

Para orientações práticas sobre como iniciar o acerto pós-perícia e dicas úteis para a avaliação, consulte também nossas dicas para a perícia. Nós estamos à disposição para estruturar o pedido, revisar documentos e acompanhar o andamento do seu caso com segurança via WhatsApp e atendimento presencial.

FAQ

Perícia feita, como acompanhar o resultado?

Assim que a perícia é concluída, nós verificamos o status no site Meu INSS e no aplicativo. Também consultamos o telefone 135 se houver divergência. Em muitos casos o resultado aparece no mesmo dia; se não, acompanhe por 5 a 30 dias úteis conforme a complexidade do processo.

Entenda o resultado da perícia do INSS e quando ele costuma sair — como saber se saiu até as 21h?

O INSS costuma atualizar o laudo no sistema até o fim do expediente; se a perícia ocorreu pela manhã, é comum ver o resultado até as 21h no Meu INSS. Verifique a seção de eventos do requerimento e baixe o laudo. Recebemos notificações no aplicativo quando há publicação.

Como consultar o laudo pelo Meu INSS e pelo telefone 135?

No Meu INSS, abra “Agendamentos e Perícias” ou “Extrato de Pagamento” e localize o pedido. Pelo 135, informe CPF e número do benefício para que o atendente confirme o status ou registre exigência. Preferimos usar o aplicativo para anexar documentos e guardar protocolos.

O que significa “acerto pós-perícia” no Meu INSS e por que aparece?

“Acerto pós-perícia” indica que o processo precisa de intervenção administrativa — haja vista divergências cadastrais, falta de documentos ou necessidade de ajuste no CNIS. É uma etapa comum para garantir concessão correta ou corrigir indeferimento inicial.

Quais pendências cadastrais, trabalhistas ou de contribuições podem travar a concessão?

Pendências frequentes incluem CPF/NIT incorreto, dados divergentes na CTPS, ausência de vínculos no CNIS, contribuições faltantes, ou documentos como holerites e laudos em falta. Cada pendência gera exigência específica no sistema.

Como localizar meu pedido, status e exigências abertas no Meu INSS?

Entramos em “Meus Pedidos” e filtramos pelo protocolo. Lá aparecem o status, histórico de movimentações e campos de exigência com lista de documentos solicitados. Anotamos prazos e protocolos para envio correto dos arquivos.

Como ler o laudo e identificar concessão, indeferimento ou pendência?

O laudo traz conclusão técnica e indicação de “concessão”, “indeferimento” ou “necessita acerto”. Buscamos a razão técnica indicada (incapacidade, comorbidade, estabilidade) e confrontamos com a documentação do segurado para saber a ação necessária.

Quais alternativas temos para acompanhar além do Meu INSS?

Podemos ligar ao 135 para protocolo ou agendar atendimento em agência do INSS. Também monitoramos pelo aplicativo e damos suporte por WhatsApp para atualizar o segurado sobre novos eventos e exigências.

Quais são os principais motivos de acerto pós-perícia e como regularizar cada um?

Erros cadastrais exigem retificação de CPF/NIT; divergências trabalhistas pedem CTPS atualizada e holerites; contribuições abaixo do mínimo demandam complementação ou comprovação de baixa renda; faltantes, como DUT ou comprovantes rurais, requerem anexos específicos. Cada caso tem documento e ação distinta.

Quais documentos são necessários para regularizar erros cadastrais (nome, CPF, NIT)?

Normalmente solicitamos identidade, CPF, carteira de trabalho (CTPS) e comprovante de residência. Para retificação no CNIS, juntamos documentos que comprovem o nome correto e vínculos. Enviamos tudo pelo Meu INSS em formatos exigidos.

Como ajustar vínculos e remunerações no CNIS com CTPS, holerites e declarações?

Reunimos CTPS, contracheques, declarações do empregador e guias de recolhimento. Protocolamos requerimento de retificação no Meu INSS e anexamos comprovações. O INSS realiza conferência e, se necessário, determina complementação ou homologação das informações.

O que fazer quando as contribuições estão abaixo do mínimo ou há baixa renda?

Avaliamos a possibilidade de complementar contribuições ou comprovar atividade com documentos alternativos (declaração de sindicato, notas fiscais, comprovante de venda rural). Em alguns casos, há possibilidade de enquadramento por baixa renda, que exige comprovação específica.

Quais documentos costumam faltar com mais frequência e como providenciá-los (DUT, comprovantes rurais, MEI)?

Frequentes são DUT, comprovantes de atividade rural, documentos do MEI e laudos complementares. Recomendamos digitalizar em boa qualidade, organizar por datas e anexar com identificação clara no Meu INSS para evitar novas exigências.

Qual a lista-base de documentos para enviar no pós-perícia (identidade, CPF, CTPS, comprovante de residência, laudos)?

Mantemos uma lista com RG, CPF, CTPS, comprovante de residência, laudos médicos atualizados, exames, holerites e comprovantes de contribuições. Ajustamos a lista conforme a exigência específica do processo.

Quais são os padrões de envio aceitos pelo INSS (formatos, tamanho, dicas de digitalização)?

O INSS aceita PDF, JPG e PNG. Recomendamos digitalizar em 300 dpi, arquivos legíveis e compactados se excederem 5 MB. Nomeie os arquivos com tipo e data (ex.: laudo-2025-03.pdf) para facilitar a análise.

Como abrir o requerimento correto no Meu INSS para fazer o acerto e anexar documentos?

Selecionamos o serviço “Entregar Documentos” no pedido ativo ou abrimos “Requerimento/Instrução de Processo” conforme a exigência. Anexamos os arquivos à solicitação com justificativa objetiva para evitar reuniões adicionais.

O que escrever no campo de justificativa para evitar novas exigências?

Escrevemos justificativas claras e objetivas: indicar motivo do envio, listar documentos anexados, relacionar datas e vínculos. Evite textos longos; foque em fatos verificáveis e referencias ao pedido ou número do protocolo.

Quais são os prazos usuais para conclusão após a perícia e por que podem atrasar?

O prazo varia de 5 a 30 dias úteis. Atrasos ocorrem por necessidade de acerto no CNIS, volume de processos, exigências de documentos e fases de revisão administrativa. Acompanhar o protocolo evita surpresas.

O que podemos fazer se o resultado não sair no prazo estimado?

Solicitamos urgência pela ouvidoria, registramos pedido de prioridade, pedimos nova perícia quando cabível ou avaliamos medidas judiciais como Mandado de Segurança. Também reiteramos a documentação correta via Meu INSS.

Como a Thays Caruano Advocacia ajuda no acompanhamento e no acerto pós-perícia?

Oferecemos análise técnica do processo, estratégia para regularização e comunicação clara ao segurado. Atuamos online ou presencial, acompanhamos protocolos e mantemos contato contínuo via WhatsApp para atualizações rápidas.

Posso contar com atendimento online e presencial para acompanhamento do processo?

Sim. Prestamos atendimento online para protocolos, envio de documentos e orientações. Também realizamos atendimentos presenciais quando necessário, com representação em agências e acompanhamento das diligências.

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